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Dicas

Vendedor: Dicas para conquistar o cliente e vender mais

Os clientes fiéis são a melhor forma de divulgar a qualidade dos produtos e do vendedor de uma marca. Além disso, geralmente representam a maior parte das vendas. Por isso, encantar o comprador é fundamental para o sucesso de uma empresa. Neste post, separamos algumas dicas para conquistar uma boa clientela e vender sempre mais. Confira:

Estude o mercado

Um bom vendedor tem total conhecimento sobre o mercado no qual está inserido. É preciso conhecer a fundo o setor e saber também quais as características dos concorrentes. Dessa forma, é possível construir uma estratégia de sucesso para atrair e conquistar mais compradores, fidelizando a clientela e atraindo reconhecimento para a marca.

Conheça o seu público-alvo

Para conquistar mais clientes é necessário conhecê-los. Saber quais as principais características, os problemas, as necessidades e o estilo de vida do possível comprador é fundamental para que você o compreenda e consiga realizar um atendimento de qualidade. Quem enxerga o cliente como um ser humano tem mais chances de obter sucesso nas vendas.

Comunique-se bem

O sucesso de uma venda tem mais relação com o que se vende do que com o que está sendo vendido. Dessa forma, é importante que o vendedor se veja como um verdadeiro comunicador, sabendo falar com clareza e apresentando as respostas que o cliente precisa. Qualquer demonstração de despreparo ou desconhecimento pode ser prejudicial.

Seja um vendedor diferenciado

É comum ver empresas diferentes vendendo os mesmos produtos ou serviços. Os preços praticados também costumam ser praticamente iguais. Para atrair clientes fiéis, no entanto, o vendedor precisa de um diferencial no mercado. Seja o carisma, as condições de pagamento, o pós-venda ou outro fator. É fundamental se destacar em relação aos concorrentes.

Crie vínculos

A criação de um vínculo entre a marca e o cliente é de extrema importância para a fidelização. Isso porque a efetivação da venda não significa o fim do processo. Brindes, promoções e presentes criam um gatilho mental nas pessoas e fazem com que elas se lembrem com mais facilidade  do seu serviço ou produto. Um simples cartão de visitas pode proporcionar o mesmo efeito. Use a sua criatividade (e capacidade).

Valorize os clientes fiéis

Os clientes que já são fidelizados compram com frequência e representam grande parte do faturamento de uma empresa. O custo para mantê-los é bem menor que o necessário para atrair e fidelizar um novo comprador. Por isso, eles merecem tratamento diferenciado. Invista em ações como descontos e condições exclusivas. Lembre-se que eles serão os melhores promotores dos produtos ou serviços da sua empresa.

Monitore os resultados

Uma equipe focada em resultados sempre monitora a estratégia, isso permite a otimização constante do processo de vendas por meio da análise dos resultados de cada ação. Quanto maior o monitoramento, melhor você conhecerá o seu público e mais eficaz se tornará a sua estratégia para atrair e fidelizar compradores.

Agora que você já conhece algumas dicas para conquistar mais vendas, que tal colocar em prática? Se ficou com alguma dúvida sobre o assunto, comente abaixo.

Processo trabalhista: Quanto tempo demora?

Você conhece a expressão: “A justiça tarda, mas não falha”? Ela é famosa no âmbito jurídico pelo tempo de demora das resoluções oficiais. Porém, cada caso possui suas particularidades e o tempo de resolução de um processo trabalhista pode variar. Mas afinal, quanto tempo demora para tudo se resolver? Neste post falaremos sobre isso. Confira!

O que é um processo trabalhista?

O processo trabalhista é a forma de uma das partes da relação de trabalho (empregado ou empregador) reivindicar seus direitos por algo que a outra parte fez, deixou de fazer ou deixou de cumprir. Esse conflito é submetido à Justiça do Trabalho, que irá decidir se a insatisfação da parte que move o processo tem cabimento tanto legal quanto de fato.

Existem situações onde há leis determinadas, como pagamento de hora-extra e vale-transporte. Já outras, como os danos morais, por exemplo, dependem da decisão do juiz sobre o entendimento do caso. A situação mais comum é de empregados processando os empregadores. Porém, o inverso também pode acontecer.

Quanto tempo demora um processo trabalhista?

Infelizmente, um processo trabalhista não tem um tempo predeterminado de duração. Isso acontece, porque cada ação trabalhista depende de vários fatores, como por exemplo, a complexidade da causa, o local em que a ação foi proposta, a agenda da Vara Trabalhista em que o processo tramitará, entre outros. O que pode ser previsto são as etapas do processo. A partir disso é possível ter uma média, aproximada, da sua duração.

Passo a passo do processo trabalhista

Primeiramente, o advogado irá protocolar a Reclamação Trabalhista. A parte também pode entrar com pedido de ação por conta própria, porém o ideal é contar com a ajuda de um profissional. Feito isso, a ação será distribuída para uma das varas do trabalho do fórum no qual foi protocolada. A partir desse momento, já fica marcada a primeira audiência e já se pode começar a calcular um tempo para sua resolução. O resultado dessa primeira audiência será divulgado em um tempo de 1 a 5 meses, aproximadamente, após a entrada da ação no fórum.

Esse período ainda pode variar de acordo com a região do país onde foi dada a entrada na causa. A primeira audiência é de conciliação, portanto, havendo acordo, o processo trabalhista se encerra quando a empresa efetua o pagamento total dos valores acertados. Nesse caso, todo o trâmite pode durar cerca de 8 meses.

Caso não haja um acordo e nem uma remarcação da audiência para a instrução do processo, o juiz fica responsável por julgar a causa. Esse período pode demorar até 1 ano. Após o julgamento, se nenhuma parte recorrer à decisão, começará a fase de liquidação e execução. Esse período pode se estender por um longo tempo, principalmente se a empresa não tiver bens em seu nome.

Tempo total de um processo trabalhista

Como dito anteriormente, não há um tempo certo de duração dos processos trabalhistas. Cada caso é diferente e o tempo pode variar, sendo impossível definir um prazo geral. O acordo sempre é o melhor caminho para que o processo se resolva mais rapidamente, porém é necessário avaliar se o que está sendo proposto é justo. Tenha paciência, pois mesmo que demore muito, o seu caso será resolvido.

Conte com a ajuda de um bom advogado e tenha paciência para as definições finais. Ficou com alguma dúvida sobre esse assunto? Deixe o seu comentário abaixo.

Direito Trabalhista: O que devo fazer em uma audiência trabalhista?

Você já participou de alguma audiência trabalhista? Sabe o que deve ser feito antes, durante e depois? Muito trabalhadores aguardam ansiosamente por esse momento e acabam ficando nervosos em frente ao juiz. Neste post, selecionamos algumas dicas do que deve ser feito no tribunal para deixar você mais tranquilo. Confira!

Atraso para a audiência trabalhista

Nunca chegue atrasado em uma audiência trabalhista! Não pense que o juiz esperará, pois, ele não é obrigado. Existem alguns que toleram, porém, fazem por mera liberalidade. Legalmente não existe nenhuma tolerância permitida para atraso. O recomendado é chegar ao local da audiência com pelo menos 1 hora de antecedência. Esse tempo gera tranquilidade para enfrentar as filas dos elevadores, achar a vara correta e aguardar a sua vez sem nenhum problema.

Pregão

Você sabe o que é pregão? Basicamente é o chamado para entrar na sala de audiência trabalhista. No dia marcado, você ficará sentado do lado de fora da sala onde acontecerá a sessão. Normalmente são marcadas várias audiências para um mesmo turno, com intervalos bem pequenos entre elas. Por exemplo, uma para as 09:00, outra 9:10, outra para 09:20 e assim por diante.

Para saber quando deve entrar, o seu nome será anunciado por uma central de som ou por um servidor da vara. Caso você se distraia e perca a chamada do pregão pode ocasionar o arquivamento do processo. Evite se distrair com aparelhos eletrônicos ou conversando com outra pessoa.

Dentro da sala de audiência trabalhista

Existem lugares específicos dentro da sala para você ficar. Ao entrar, acompanhe o seu advogado e sente-se no local indicado. O reclamante fica de um lado e o representante da empresa do outro. Se existirem testemunhas para a sua audiência trabalhista, elas ficarão do lado de fora. No momento oportuno elas serão chamadas para adentrar ao local.

Toda audiência trabalhista é pública. Não estranhe a presença de outros advogados ou estudantes de direito no local no decorrer da sessão. Essa movimentação é normal. Fique atento ao juiz e não se distraia com isso.

Início da audiência trabalhista

Após os procedimentos acima, o juiz iniciará uma primeira tentativa de conciliação entre as partes. De forma informal, as eventuais propostas de acordo, prazo e meio de pagamento são apresentadas. Se todos concordarem com o que for apresentado, tudo será constado em ata de audiência e o processo fica encerrado. A partir desse momento todos são liberados e podem ir embora. Se não houver conciliação, a audiência segue normalmente para as próximas etapas.

Defesa

A defesa fica a cargo do advogado. Ela é apresentada no momento da audiência ou um pouco antes. Se no primeiro momento não houver acordo, o juiz ordenará que o advogado faça a réplica da defesa oralmente. Ele deve rebater todos os argumentos apresentados pelo advogado representante da empresa. Se a defesa apresentar muitos documentos, a audiência pode ser adiada para a apresentação de uma réplica escrita.

Instrução

Essa é a hora em que o juiz interrogará as partes. Apesar de não ser obrigatório em uma audiência trabalhista, é comum o juiz fazer perguntas para os dois lados. Ele ouvirá o reclamante e o reclamado, e dará oportunidade dos advogados de ambas as partes se manifestarem. Nesse momento é muito importante que você fique seguro para falar, pois, o juiz está analisando suas expressões faciais e cada palavra dita. Responda somente as perguntas que ele fizer ou direcionar para você. 

Passado o interrogatório das partes, as testemunhas serão chamadas e ouvidas uma a uma. Ao entrar na sala, ela prestará um juramento oficial para dizer somente a verdade, sob pena de responder a crime de falso testemunho. O juiz interrogará primeiro e depois abrirá a oportunidade para os advogados de ambas as partes perguntarem. Nesse momento você deve ficar somente observando.

Finalização da audiência trabalhista

Depois dos passos acima, o juiz perguntará novamente se as partes querem fazer um acordo. Se a resposta for não, a audiência é encerrada e pode ser julgado imediatamente ou colocado na fila para julgamento. Nesse momento, todos podem se retirar da sala e uma nova audiência trabalhista se iniciará no mesmo local.

Participar de uma audiência trabalhista não é algo complicado. Siga as orientações do advogado e fique tranquilo. Dessa forma tudo saíra bem. Ficou com alguma dúvida sobre esse assunto? Deixe o seu comentário abaixo.

Vendedor: Quais os tipos de salário?

A forma de remunerar os vendedores varia bastante de uma empresa para outra. Muitos estabelecimentos veem esses pagamentos como gastos, enquanto outros os consideram como um incentivo que pode ser muito rentável a curto, médio e longo prazo. Fato é que, independentemente do ramo e do objetivo estratégico da empresa, ter um setor comercial motivado é essencial para trazer resultados positivos. Neste post, você conhecerá os três tipos mais comuns de salário para os vendedores. Confira:

Salário fixo

O tipo de salário fixo, como o próprio nome diz, é composto apenas pela remuneração mensal fixa do vendedor, excluindo qualquer ganho referente à produtividade. A grande vantagem desse modelo é que o trabalhador pode dedicar um tempo maior ao atendimento dos clientes e ao pós-venda, oferecendo um serviço de qualidade superior sem ter que se preocupar com metas e renda. Em períodos comerciais fracos, a renda mensal permanece inalterada. Em contrapartida, esse plano pode facilitar a criação de uma zona de conforto entre os vendedores, por não incentivá-los a se esforçarem para aumentar os resultados.

Salário variável

O modelo de remuneração variável é muito aplicado a profissionais autônomos, como os representantes comerciais. Isso porque não há salário fixo e o trabalhador recebe apenas uma comissão sobre as vendas realizadas.

Esse modelo funciona muito bem para empresas que vendem produtos de valor alto e com pouca saída. Para essas companhias é melhor ter representantes comerciais que recebem uma comissão superior ao realizarem vendas do que manter vendedores fixos que fecham poucos negócios.

A relação do empregador com esse vendedor, no entanto, deve ser diferente. Isso porque um trabalhador autônomo não possui vínculo empregatício com a empresa, então não pode ser obrigado a cumprir horários e metas, comparecer ao estabelecimento em datas fixas, ter exclusividade ou usar uniforme.

Salário misto

O funcionamento deste salário reúne características dos dois tipos anteriores. Os vendedores, que são trabalhadores da empresa, têm a remuneração composta pelo salário fixo acrescido de uma comissão sobre cada venda efetuada no período mensal.

A grande vantagem é que esse plano incentiva os empregados a maximizar o volume total de vendas. Isso gera lucro para a empresa e renda para os vendedores. Por outro lado, grandes variações no volume de vendas têm impacto direto nos ganhos mensais. Uma crise econômica, por exemplo, que diminui o poder de compra do consumidor, afeta diretamente os empregados. Eles recebem remunerações menores por conta da queda no volume das comissões.

Outro desafio para a empresa que adota esse modelo de remuneração é a composição porcentual entre o pagamento fixo e a comissão sobre as vendas. Comissões muito altas e salários fixos baixos podem ser um problema em épocas de vendas em baixa. Já salários fixos altos e comissões baixas podem deixar os empregados acomodados. O ideal é que 70% da renda do vendedor seja constituída de comissões. Os outros 30% representados pelo salário fixo.

A forma de composição da remuneração dos vendedores depende do tamanho e do ramo da empresa. Também do seu objetivo comercial. O tipo do produto e o perfil de mercado também devem ser considerados. Dessa forma, tanto o empregador quanto o empregado vão ser beneficiados. Ficou com alguma dúvida sobre esse assunto? Comente abaixo.

Direito Trabalhista: Entenda mais sobre o FGTS

O FGTS é um direito trabalhista garantido por lei a todos os empregados formais no Brasil. Mais de 700 milhões de contas são vinculadas e 38 milhões delas recebem depósitos mensais nesse fundo, que é o maior da América Latina e o oitavo maior do mundo. Neste post, você vai saber mais sobre ele e tirar as suas dúvidas. Confira:

Para que serve?

O Fundo de Garantia por Tempo de Serviço foi criado em 1966, durante o governo do ex-presidente Humberto Castelo Branco. Em 1990, uma nova lei passou a reger o FGTS e está em vigor até hoje. Esse fundo funciona como uma poupança compulsória para o empregado, com a finalidade de servir como amparo financeiro em casos de demissão sem justa causa. Valores mensais são adicionados durante a vigência de um contrato trabalhista, seja ele de tempo determinado ou indeterminado.

Quem tem direito?

Todos os empregados com carteira assinada a partir de 05/10/1988 têm direito a receber o FGTS. Antes dessa data, a opção pelo FGTS era facultativa. Também são contemplados os trabalhadores rurais, temporários, avulsos e domésticos, além dos atletas profissionais.

Como funciona esse direito trabalhista?

Até o dia 7 de cada mês subsequente ao mês trabalhado pelo empregado, o empregador é obrigado a depositar 8% do valor do salário bruto em uma conta exclusiva e aberta no nome do trabalhador na Caixa Econômica Federal. Se o empregado for dispensado sem justa causa, o empregador deve indenizá-lo com o valor de 40% do total de todos os depósitos feitos até o momento da rescisão do contrato. Essa indenização deve ser feita por meio de depósito na conta do FGTS do trabalhador.

Para os contratos de aprendizagem, o percentual de recolhimento é de 2%. Para trabalhadores domésticos, o valor corresponde a 11,2%, sendo que 8% é o depósito mensal e 3,2% são referentes à antecipação do recolhimento rescisório. O total desse valor antecipado fica com o colaborador no caso de demissão sem justa causa. Se houver justa causa ou pedido de demissão por parte do empregado, o montante volta para o empregador.

Em nenhuma ocasião o FGTS pode ter algum desconto no salário do trabalhador. Além disso, tanto sobre a conta ativa, que é aquela que recebe depósitos mensais; quanto sobre a conta inativa, que não é movimentada, incidem juros e correção monetária mensais.

Quando sacar?

A legislação brasileira prevê que o FGTS do trabalhador pode ser sacado nos seguintes casos:

– Na demissão sem justa causa;
– Na rescisão por acordo (a partir de 11/11/2017 – Lei nº 13.467/2017 – Reforma Trabalhista);
– No término do contrato por prazo determinado;
– Na rescisão do contrato por extinção total da empresa; supressão de parte de suas atividades; fechamento de quaisquer de seus estabelecimentos, filiais ou agências; falecimento do empregador individual ou decretação de nulidade do contrato de trabalho – inciso II do art. 37 da Constituição Federal, quando mantido o direito ao salário;
– Na rescisão do contrato por culpa recíproca ou força maior;
– Na aposentadoria;
– No caso de necessidade pessoal, urgente e grave, decorrente de desastre natural previsto no Decreto n. 5.113/2004, que tenha atingido a área de residência do trabalhador, quando a situação de emergência ou o estado de calamidade pública for assim reconhecido, por meio de portaria do Governo Federal;
– Na suspensão do Trabalho Avulso;
– No falecimento do trabalhador;
– Quando o titular da conta vinculada tiver idade igual ou superior a 70 anos;
– Quando o trabalhador ou seu dependente for portador do vírus HIV;
– Quando o trabalhador ou seu dependente estiver acometido de neoplasia maligna – câncer;
– Quando o trabalhador ou seu dependente estiver em estágio terminal, em razão de doença grave;
– Quando a conta permanecer sem depósito por 03 (três) anos ininterruptos cujo afastamento tenha ocorrido até 13/07/90, inclusive;
– Quando o trabalhador permanecer por 03 (três) anos ininterruptos fora do regime do FGTS, cujo afastamento tenha ocorrido a partir de 14/07/90, inclusive, podendo o saque, neste caso, ser efetuado a partir do mês de aniversário do titular da conta;
– Na amortização, liquidação de saldo devedor e pagamento de parte das prestações adquiridas em sistemas imobiliários de consórcio;
– Para aquisição de moradia própria, liquidação ou amortização de dívida ou pagamento de parte das prestações de financiamento habitacional.

Essas são as principais dúvidas a respeito do FGTS, direito trabalhista que protege o trabalhador demitido sem justa causa. Você ficou com alguma dúvida? Comente abaixo.

Vendas: 7 táticas que você deve evitar

Além de fatores importantes como a qualidade e o preço dos produtos, grande parte do sucesso das vendas depende também do desempenho de quem tenta efetivá-la. O vendedor precisa estar preparado e motivado para se relacionar com o cliente, e para isso deve abandonar práticas que são prejudiciais. Neste post, separamos algumas táticas que precisam ser evitadas. Confira:

1 — Intimidação em grupo

Uma das cenas mais intimidadoras para um cliente é ver todos os vendedores enfileirados na porta da loja ou reunidos na posição “pronta para atacar”. Diante de uma cena dessa, dificilmente ele ficará confortável para entrar e comprar alguma coisa. Esteja atento ao cliente, mas não o amedronte.

2 — Má abordagem

A simpatia sempre será uma das maiores aliadas do vendedor. Mais que vender um produto, o profissional precisa oferecer uma experiência agradável e surpreendente na loja. Com o crescimento das vendas feitas pela internet, é preciso cativar quem ainda procura fazer compras presenciais. Ao abordar o cliente, tenha sempre um sorriso no rosto e demonstre interesse em atendê-lo.

3 — Falar demais

Um dos passos principais para concluir uma venda com sucesso é entender perfeitamente qual a necessidade do cliente. Para isso, é necessário ouvi-lo com atenção. Ficar nervoso durante os processos de venda é normal, mas falar mais que ouvir é um erro grave. Faça as perguntas certas e não responda a questionamentos que ele ainda não fez. Evite criar problemas desnecessários.

4 — Abandonar o cliente

É comum dizer para o cliente ficar à vontade após ele alegar que está “só dando uma olhadinha”. Ao abandoná-lo para atender outro possível comprador, você pode perder uma oportunidade de venda. Quase ninguém entra em uma loja com o único objetivo de olhar. Persista um pouco e tente descobrir qual a necessidade desse cliente.

5 — Sufocar o cliente

Ficar o tempo todo em cima do cliente também não é uma boa ideia. É preciso estar pronto para atendê-lo, mas ele também precisa de espaço para andar pela loja e escolher o produto pelo qual se interessa. Na maioria das vezes, a desculpa de estar dando “só uma olhadinha” é dada justamente pelo medo de ser perseguido pela “sombra” do vendedor.

6 — Forçar intimidade

Mantenha o profissionalismo! Não é preciso fazer piadas para quebrar o gelo ou partir para técnicas avançadas de hipnose. Conquistar a confiança do cliente é um processo demorado, que pode levar dias (até meses, dependendo do produto em questão). Tentar forçar uma intimidade pode causar um efeito contrário.

7 — Não se esforçar para fechar vendas

A partir do momento em que o cliente entra na loja, a iniciativa deve ser sempre do vendedor. Ele que deve fazer as perguntas, apresentar os produtos e incentivar o processo. A oportunidade de venda costuma ser única e você deve aproveitá-la. Saiba o momento certo de realizar cada ação e se esforce para conseguir concluir a venda.

Essas são 7 das principais táticas de vendas a serem evitadas pelo vendedor. Lembre-se, também, de que a venda nem sempre é o fim do processo. Ficou com alguma dúvida sobre esse tema? Comente abaixo.