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Dicas

Higiene no trabalho: direito e dever do trabalhador

A higiene no trabalho é uma medida preventiva, que engloba procedimentos para proteger a integridade física e mental do trabalhador contra riscos no ambiente de trabalho. Seu foco diz respeito principalmente a saúde.

Para que ela seja efetiva, é preciso contar com a colaboração entre empregados e empregadores por um local de trabalho saudável e livre de riscos de doenças, acidentes e outras situações que podem ser desencadeadas por uma higiene insuficiente.

Portanto, ao falarmos sobre higiene no trabalho como direito e dever do trabalhador, queremos dizer que existem tanto aspectos que devem ser cumpridos pela empresa, quanto atitudes do trabalhador para viabilizar um ambiente realmente saudável. A seguir vamos falar mais sobre essas medidas!

A higiene no trabalho como direito do trabalhador

O trabalhador tem o direito de trabalhar em um ambiente limpo, que favoreça a sua saúde e ofereça condições para o cumprimento de suas atividades de maneira segura. Por isso, é importante que a empresa apresente certas condições, tais como:

Banheiros e lavatórios limpos e funcionais

Quaisquer que seja a atividade exercida em uma empresa, seus colaboradores terão necessidades fisiológicas que precisam ser satisfeitas no período de expediente. É fundamental, para isso, oferecer banheiros adequados, tanto nos requisitos de limpeza e higienização, quanto no que se refere à segurança.

Isto é, o ambiente não pode apresentar sujeira, odor desagradável, condições propensas à contaminação por agentes patológicos ou riscos de acidente, por exemplo, por piso escorregadio. Além disso, é indicado que esses espaços sejam separados por sexo.

Tratamento adequado do lixo e limpeza de todos os ambientes

O acúmulo ou tratamento inadequado do lixo gera situações de risco tanto para a saúde do trabalhador quanto para a sua segurança. Sendo assim, a empresa deve possibilitar a manutenção de um ambiente livre de lixo a partir de coletas, lixeiras em pontos estratégicos e outras medidas que se adequarem ao tipo de lixo gerado.

Além disso, todos os ambientes devem se apresentar limpos de maneira satisfatória, evitando o acúmulo de poeira e agentes contaminantes que possam comprometer a saúde do trabalhador.

Estrutura adequada à manutenção da saúde do trabalhador

Também são medidas fundamentais para garantir a higiene no trabalho um espaço arejado e com boa ventilação, de modo a evitar, por exemplo, contaminações por vírus. Para além disso, outros aspectos estruturais devem ser considerados para garantir a saúde do trabalhador em longo prazo, como boa iluminação e temperatura, ergonomia adequada dos móveis, intervalos de descanso, carga horária de trabalho, dentre outros.

Higiene no trabalho como dever do trabalhador

A higiene no trabalho não é uma responsabilidade apenas da empresa. Seria impossível manter um espaço de trabalho limpo, organizado e saudável para o trabalho sem a parceria dos colaboradores.

Por isso, é importante que o empregado tenha conhecimento e atenção aos procedimentos de higiene específicos da sua área de atuação, mas também a alguns hábitos gerais, tais como:

– Apresentar-se limpo adequadamente;

– Consultar o médico regularmente e evitar apresentar-se ao trabalho quando doente;

– Usar calçados fechados em ambientes com risco de acidente ou contaminação;

– Ser cuidadoso no manuseio e tratamento de alimentos e utensílios de uso comum;

– Lavar as mãos e manter as unhas limpas.

Fora isso, a cooperação para manter o ambiente limpo também é dever dos colaboradores, a partir do uso adequado das lixeiras e da limpeza ou solicitação desta diante de incidentes.

Continue se informando sobre outros direitos e deveres do trabalhador acompanhando o escritório Marcos Roberto Dias nas redes sociais!

A importância do espelho de ponto para o trabalhador!

Muitos trabalhadores pensam que o espelho de ponto existe apenas para o controle da empresa. Entretanto, a realidade é que esse documento é muito importante para ele também. A partir do espelho de ponto será possível comprovar seus horários de trabalho.

Caso ocorra algum problema, ele poderá servir para demonstrar o que realmente aconteceu. Diante disso, é importante saber algumas informações sobre o que a legislação prevê como modos de registros e cultivar alguns hábitos para que o espelho de ponto realmente sirva para assegurar o trabalhador. A seguir vamos falar sobre o assunto!

O que a legislação trabalhista determina sobre o registro de ponto?

Conforme a legislação nacional, toda empresa que tenha a partir de dez colaboradores deverá fazer o controle de jornada a partir do registro de ponto. O meio de registro deverá ser seguro e, para que o espelho de ponto tenha validade como documento, deverá ser assinado por ambas as partes.

Em caso de acordo coletivo, é possível também modos alternativos de registro de ponto, como o controle de ponto por exceção, que registra apenas os horários atípicos da jornada de trabalho estabelecida. Ademais, todo empregado tem direito a registrar integralmente suas entradas e saídas conforme ocorreram.

Por que o espelho de ponto é importante para o trabalhador?

Como mencionamos no início, o espelho de ponto é fundamental para o trabalhador. Os principais motivos de sua importância são:

— Registrar a jornada de trabalho evitando que ocorra carga horária excessiva, garantindo, por exemplo, a comprovação, oneração ou compensação pelas horas extras conforme a lei;

— Comprovação dos rendimentos de direito, o que faz diferença principalmente em casos de hora extra ou equívoco no recebimento dos vencimentos;

— Comprovação e exigência de retificação quanto a qualquer irregularidade perante a empresa ou em caso de processo trabalhista.

Diante do exposto, o espelho de ponto é um documento que garante a transparência no que se refere à jornada de trabalho do empregado e, por conseguinte, dos direitos relacionados a ela, como a remuneração, férias, folgas e horas extras.

É recomendável, portanto, que o trabalhador tenha cópias desse documento de modo a se assegurar, confira cada espelho de ponto atentamente antes da assinatura, solicite a retificação de equívocos se houverem e evite erros no seu preenchimento.

Quais são os erros no registro de ponto de que devem ser evitados?

Como diante de tantas outras coisas na vida, quanto mais correto for a atitude do colaborador em relação ao seu registro de ponto, mais validade terá o espelho de ponto como documento para lhe garantir direitos relacionados à jornada de trabalho. Portanto, ele deverá evitar os seguintes erros:

— Esquecer de fazer a marcação de ponto em qualquer horário de entrada e saída, incluindo intervalos;

— Bater dois pontos em seguida quando a empresa utiliza o registro eletrônico;

— Não conferir e assinar o espelho de ponto. É somente a partir da assinatura do colaborador e gestor responsável que este documento é validado;

— Cometer fraudes no registro de ponto, como bater ponto para outro colega ou solicitar que ele faça isso, o que pode acarretar até mesmo justa causa.

Agora que você entende a importância do espelho de ponto, não deixe de tratá-lo de maneira que seja um documento válido sempre que você precisar! Para continuar se informando sobre como garantir seus direitos, dentre outros assuntos de interesse do vendedor, siga o Escritório Marcos Roberto Dias nas redes sociais!

Como funciona a previdência privada? Vale a pena?

A perspectiva para aposentadoria no Brasil sempre foi controversa, mas, diante das últimas mudanças, tem gerado ainda mais preocupação entre os trabalhadores. Diante disso, cresce a procura em saber como funciona a previdência privada, por ser uma alternativa para se aposentar com melhores condições.

A seguir vamos esclarecer sobre o que é a previdência privada e outras informações úteis sobre o assunto.

O que é a previdência privada?

A previdência privada é um modelo de aposentadoria que deve ser encarado como uma renda complementar. Trata-se de um plano independente do INSS, oferecido por bancos e corretoras de crédito.

Diferente do INSS que tem contribuição compulsória, a previdência privada permite modos de pagamento flexíveis, desde que respeitem o mínimo cobrado pela instituição financeira.

Qual a diferença entre a previdência privada e a previdência pública?

Antes de falarmos com mais detalhes sobre como funciona a previdência privada, é importante entender sua diferença em relação à previdência pública. Uma das principais diferenças é o modo de pagamento, que pode ser feito de uma única fez ou mensalmente, conforme a quantia que o trabalhador puder pagar, desde que respeitando o depósito mínimo estabelecido pela instituição contratada.

Além da não obrigatoriedade de depósitos mensais, o pagamento pode ser interrompido diante de imprevistos, assim como resgatado em caso de desistência do plano. Entretanto, é importante entender que quanto maior os depósitos e maior o tempo de manutenção do plano, melhores serão os retornos.

Como funciona a previdência privada?

A previdência privada é oferecida por diferentes instituições. Trata-se de um produto, portanto, suas características são variáveis. Sua oferta é feita a partir de planos e modos de quitação escolhidos no momento da contratação.

Os planos de previdência privada mais comuns no Brasil são o PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) e o VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre). O PGBL permite a declaração do valor investido para fins de restituição do imposto de renda.

Em contrapartida, há cobrança de impostos sobre o valor investido e rendimentos no momento do resgate. O VGBL não oferece benefício fiscal, mas cobra imposto apenas sobre os rendimentos diante do resgate.

Já quanto aos modos de pagamento, os principais são o progressivo e o regressivo. O modelo progressivo tem suas taxas de impostos para o saque de acordo com o valor sacado, podendo variar entre nenhuma taxa e 27,5%. Já o regressivo tem suas taxas com base no tempo de investimento. Quanto maior o tempo, menor a taxa, que varia entre 35% e 10%.

Além de saber como funciona a previdência privada de um modo geral, é preciso que o trabalhador conheça bem o plano e a instituição antes de contratar. Deve-se verificar as condições oferecidas e o período de carência para o resgate do valor investido.

A previdência privada valerá à pena dependendo do seu perfil e objetivo. Para pessoas com pouca disciplina em reservar dinheiro e que desejam uma aposentadoria mais tranquila ela é uma boa opção. Contudo, como investimento, é menos vantajosa do que outras alternativas devido às taxas cobradas, inclusive para saques realizado em menos de 10 anos.

Fora isso, deve-se ficar atento se o plano oferecido pela instituição financeira apresenta irregularidades, o que pode ser denunciado para a Susep (Superintendência de Seguros Privados).

Agora que você sabe como funciona a previdência privada, não deixe de continuar se informando sobre assuntos de interesse acompanhando o escritório Marcos Roberto Dias nas redes sociais!

Saiba como escrever um e-mail formal para o trabalho!

Atualmente estamos muito acostumados a nos comunicar a partir de mensagens rápidas, chats e redes sociais. Diante disso, várias pessoas não sabem como escrever um e-mail formal, que é recorrentemente demandado em situações de trabalho.

Os e-mails podem ser necessários para se comunicar com superiores no trabalho, entrar em contato com um cliente ou mesmo na busca por um novo emprego. Em qualquer dos casos, o sucesso dessa ação irá depender da qualidade do comunicado. Pensando nisso, selecionamos algumas dicas para te ajudar!

Defina bem o seu campo de assunto

Um dos segredos sobre como escrever um e-mail formal, que tenha sua finalidade bem-sucedida, é colocar no campo de assunto as informações necessárias para que o seu destinatário saiba do que se trata antes mesmo de abrir o e-mail.

Isso é importante principalmente quando você envia um e-mail para superiores em uma empresa ou na busca por emprego. Essa medida irá trazer maiores garantias de que seu e-mail seja lido. Quando necessário, deve-se indicar também a pessoa ou setor a quem o texto é destinado.

Conheça bem o seu destinatário

Em um e-mail formal, é importante saber que tipo de tratamento e linguagem utilizar. Se você está escrevendo para um cliente, por exemplo, é possível que um tratamento mais informal e próximo seja o indicado.

Contudo, se você estiver escrevendo para o seu chefe, deve-se utilizar um tratamento mais formal, com pronome de tratamento e saudação adequada. Nesse caso, além do bom senso, é interessante conhecer se aprofundar em estratégias comunicativas mais assertivas para os diferentes perfis de interlocutor.

Seja sempre claro e objetivo

Embora o e-mail seja um meio preferível para comunicações formais, o fato é que a maioria das pessoas não se dispõem a ler textos longos e cheios de rodeios, principalmente quando são muito ocupadas.

Portanto, é importante que você consiga colocar em poucas palavras aquilo que precisa dizer. Desde o campo de assunto ao primeiro parágrafo já devem indicar do que se trata. Deixe os detalhes para serem explicados em uma conversa pessoalmente ou posterior à resposta do interlocutor, desde que ele entenda a ideia central.

Fique atento à ortografia

Um dos principais pontos sobre como escrever um e-mail formal é um cuidado com a ortografia muito maior que o habitual. Em primeiro lugar, revise sempre o e-mail antes de enviar. Para facilitar e garantir que o texto não terá inadequações evidentes, procure passar em um revisor online ou mesmo em um editor de texto, como o world.

Mais do que isso, é fundamental lembrar que em um e-mail formal não se deve utilizar “vícios” com os quais estamos acostumados nas conversas cotidianas, tais como abreviações (“vc”, “q”) , pontuações desnecessárias (dupla interrogação ou excesso de exclamações), caixa alta, dentre outros.

Outras dicas sobre como escrever um e-mail formal

Ainda que você esteja escrevendo um e-mail formal, por exemplo, para a chefia, não confunda formalidade com aridez. Procure ser cordial, simpático e disponível em seu texto. Dessa maneira, a pessoa se sentirá respeitada e sensibilizada pela mensagem.

Essas são algumas dicas sobre como escrever um e-mail formal. Além de seguir orientações como essa, observar e-mails formais que outras pessoas enviaram para você também poderá te ajudar a acertar nessa ação. O que você achou dessas dicas? Deixe um comentário com a sua opinião!

Como fazer uma boa carta de apresentação para currículo?

Na busca por um novo emprego, muitas vezes o candidato se surpreende com a exigência de uma carta de apresentação para currículo. Além dessas situações, o que muitos não sabem é que a carta de apresentação é sempre interessante, principalmente quando uma candidatura é enviada por e-mail.

Quem nunca fez uma carta de apresentação, ou mesmo não teve sucesso com suas tentativas, acumula dúvidas sobre como esse documento deve ser realmente. Um erro comum é repetir nessa carta o mesmo que já está no currículo. Para que você entenda como fazer uma boa carta de apresentação para currículo, vamos oferecer algumas dicas a seguir.

Clareza e objetividade são a chave

A carta de apresentação para o currículo é uma maneira de se apresentar para a empresa, para além das informações do currículo. Nesse contexto, pessoas que têm muita experiência podem ter dificuldade em fazer um texto objetivo e breve.

Por isso, é preciso entender que a carta de apresentação não precisa ter tudo sobre você. Menos ainda deve-se perder tempo (e fazer com que o leitor perca tempo) com excesso de adjetivos, desculpas, elogios e outras futilidades.

Trate o recrutador com cortesia e naturalidade na carta, e fale sobre suas qualidades e experiências, que são mais úteis para a vaga, de maneira mais detalhada que no currículo.

Identifique-se e indique o remetente

É importante que seus dados sejam informados de maneira breve e simplificada na carta, de modo que ela possa ser associada ao currículo enviado. Igualmente, deve-se referir ao remetente, preferencialmente pelo nome. Caso não saiba o seu nome, utilize a informação que tiver, como o setor ou a empresa, tratando leitor por um pronome vocativo como “prezado(a)”, “caro(a)”.

Sua carta deve ter início, meio e fim

Por mais obvio que possa parecer, muitas pessoas tem dificuldade em fazer um texto com início meio e fim. É importante que a sua carta de apresentação seja estruturada dessa maneira.

No início, você deve se apresentar (dados), indicar seu objetivo profissional, cargo pretendido na empresa, suas experiências e qualificações que podem contribuir com a vaga, respondendo inclusive aos requisitos indicados.

No desenvolvimento, que é o meio da carta, você deve contar com mais detalhes algumas de suas experiências úteis para a vaga em questão, oferecendo exemplos de atuações importantes, méritos, premiações, vivências diferenciadas e afins. Pessoas com pouca experiência de trabalho podem dar ênfase na formação ou experiências voluntárias, informais e afins, desde que saiba falar bem delas.

Para finalizar a carta, deve-se concluir pontos que tenham ficado em aberto. Além disso, é importante demonstrar disponibilidade, interesse, agradecer e se despedir. Não deixe de assinar a carta com o seu nome completo e indicar data e local.

Lembre-se que a carta de apresentação para currículo é um documento formal

É fundamental ter em mente que a carta de apresentação para currículo é um documento formal. Portanto, existem cuidados para além do conteúdo do texto. Um dos pontos cruciais é utilizar uma fonte adequada, como a Arial ou Times New Roman, tamanho 12 e alinhamento justificado.

Fora isso, deve-se utilizar folha branca e papel A4 caso seja um documento em anexo ou impresso. Fazer uma revisão ortográfica ao final, para assegurar que a carta não está indo com erros, é outra coisa que não pode faltar.

Agora você se sente preparado para fazer uma boa carta de apresentação para currículo? Ainda tem dúvidas? Converse com a gente e outros leitores nos comentários!

Quando é a hora de um vendedor mudar de emprego?

Mudar de emprego, para muitas pessoas, não é uma decisão fácil, principalmente em um cenário no qual o desemprego é uma realidade para muitos. Contudo, permanecer em um trabalho apenas para garantir a subsistência tampouco é fácil e pode até mesmo resultar em uma demissão.

Nesse contexto, a maneira mais efetiva de lidar com a situação de insatisfação com o emprego é analisar o que realmente está acontecendo e, se for o caso de fazer uma mudança, planejá-la antes para evitar que ela se transforme em um problema ainda mais grave que o anterior.

A seguir vamos falar mais sobre o assunto para que você entenda quando é o momento ideal para um vendedor mudar de emprego e como fazer isso com sucesso.

Quando é o momento de mudar de emprego?

Uma coisa que podemos afirmar, por mais estranho que possa parecer, é que nem sempre o momento de mudar de emprego é quando você acha que quer isso. É comum que as pessoas, por motivações paralelas, acabem desejando transformar certas coisas na vida e o emprego é uma delas.

Mas, quando esse sentimento passa, muitas das escolhas que teriam sido feitas sobre esse efeito perdem o sentido. Antes de qualquer coisa, é preciso que você entenda que a mudança de emprego deve acontecer quando o desejo é persistente e você encontra nele motivações relacionadas ao trabalho que justifiquem essa sensação.

Alguns dos fatores que podem indicar que realmente está na hora do vendedor mudar de emprego são:

– Seus esforços não recebem qualquer tipo de reconhecimento pelo empregador;

– A remuneração é insuficiente em comparação a quanto você trabalha;

– O seu ambiente de trabalho é tóxico e está afetando negativamente a sua vida pessoal;

– Sua carreira está estagnada mesmo que você tenha iniciativas voltadas ao crescimento;

– Você não tem feedbacks do seu trabalho e não faz ideia do seu posicionamento na empresa.

Se você está desanimado com o seu trabalho e algum desses motivos está presente, ou ainda outros semelhantes, então provavelmente é verdade que está na hora de se movimentar! Todavia, não se deve fazer isso da noite para o dia, para que você não acabe se prejudicando.

O que avaliar antes de decidir mudar de emprego?

A primeira coisa que você precisa avaliar antes de mudar de emprego nós já explicamos: se essa vontade é persistente e encontra base nas suas experiências como profissional. Se você chegou à conclusão de que é isso mesmo, precisa analisar também como fazer isso para não acabar ficando desempregado ou em situação complicada.

Alguns fatores importantes que você deve verificar antes de concretizar essa decisão, isto é, pedir demissão do seu trabalho, são:

 – O cenário econômico, que não é definitivo, mas é muito importante, pois demonstra qual a probabilidade de que você encontre um novo trabalho melhor do que o anterior;

– O seu plano de carreira, afinal, você quer mudar de emprego para melhorar, certo? Então tenha um plano, um objetivo em mente e entenda o que é preciso fazer para alcançá-lo antes de dar a largada;

– Conheça empresas nas quais gostaria de trabalhar e pesquise sobre elas. Tenha certeza de que tem chances de consumar a mudança indo para um lugar e uma condição de trabalho melhores do que aquelas que decidiu abandonar.

Mudanças são importantes e na vida profissional elas podem proporcionar uma verdadeira revolução. No entanto, se elas não forem bem pensadas, você corre o risco de, em pouco tempo, se descobrir em um contexto semelhante ou pior do que o que decidiu transformar. Por isso, prepare-se bem antes de mudar de emprego e tenha certeza de que está mudando para melhor.

Você teria algo a acrescentar a esse assunto? Deixe um comentário com a sua opinião!

Quando e como fazer uma denúncia no ministério do trabalho?

Diante de irregularidades referentes aos direitos trabalhistas em um estabelecimento, existe mais de uma atitude possível. Uma é entrar com um processo, particularmente quando for algo de natureza individual. A outra é fazer uma denúncia no sindicato pertinente ou no Ministério do Trabalho.

Contudo, muitos trabalhadores não sabem como fazer uma denúncia no ministério do trabalho. A seguir vamos falar sobre o assunto para que você entenda os possíveis procedimentos e outras informações úteis.

Quando fazer uma denúncia ao Ministério do trabalho?

Fazer uma denúncia ao Ministério do Trabalho é uma opção quando você identifica que os direitos trabalhistas estão sendo negligenciados por uma empresa, mas não cabe a entrada de um processo. São situações de natureza coletiva, por exemplo, ou que não lhe afetam de maneira particular.

É possível fazer uma denúncia desse gênero até mesmo quando você não trabalha na empresa em questão. Em resumo, podemos dizer que essa medida é realizada principalmente quando não se deseja denunciar algo sofrido pessoalmente ou, ainda, quando se prefere fazer uma denúncia anônima.

Como fazer uma denúncia no Ministério do Trabalho?

Existem diferentes respostas sobre como fazer uma denúncia no Ministério do Trabalho. Essa instituição recebe reclamações do gênero a partir de diversos meios. Uma informação interessante é que esse tipo de denúncia pode ser realizado de maneira anônima.

Como fazer uma denúncia no Ministério do Trabalho por telefone

É possível fazer uma denúncia ao Ministério do trabalho pelo telefone 158. Nessa ação, o denunciante é encaminhado para o setor responsável para dar continuidade ao relato e existe a possibilidade de ter que agendar uma visita à Superintendência Regional do Trabalho e do Emprego.

Fazer uma denúncia na Superintendência Regional do Trabalho e do Emprego

Além da situação mencionada anteriormente, pode-se comparecer diretamente na SRTE de referência para fazer a denúncia. Neste caso, o ideal é chegar cedo ao local, pois o atendimento é realizado a partir de senhas.

Como fazer uma denúncia no Ministério do Trabalho online

Para fazer uma denúncia ao Ministério do Trabalho online existem duas alternativas. Uma é a partir do aplicativo MPT Pardal, que pode ser instalado em smartphones e tablets. O app permite tirar fotos, fazer vídeos e colher outras provas no momento da ocorrência. Essas provas facilitam a denúncia e são obrigatórias, assim como os dados da empresa.

A outra possibilidade é a partir do acesso à página da ouvidoria do Ministério. Nesse caso, preenche-se um formulário eletrônico e pode-se optar por uma denúncia aberta ou anônima. O formulário também permite que se escolha o modo de resposta e acompanhamento da investigação.

Fique atento aos acontecimentos atuais!

A denúncia ao Ministério do Trabalho também era possível por carta. Contudo, é preciso ficar atento ao rumo dos acontecimentos atuais. Mesmo as possibilidades que mencionamos talvez se modifiquem, uma vez que o Ministério Público do Trabalho como conhecíamos foi extinto a partir de um decreto. Contudo, a situação está pendente na justiça diante da solicitação de anulação da extinção do Ministério.

Nesse contexto, fique atento ao que está acontecendo para se atualizar quanto a possíveis mudanças. Até lá, em situações como as mencionadas, o mais indicado é procurar orientações no sindicato de referência.

Para se manter atualizado sobre assuntos relacionados a direitos trabalhistas, siga o escritório Marcos Roberto Dias nas Redes Sociais.

Você sabia que existem diferentes tipos de seguros de vida?

No Brasil é muito comum que trabalhadores tenham seguro de vida por serem oferecidos pela empresa ou por pressão dos bancos. Contudo, a maioria não sabe que existem diferentes tipos de seguros de vida e, nesse contexto, talvez adquirir um mais interessante para a sua situação seja melhor do que pagar por “qualquer um”.

Esse tipo de esclarecimento tem se tornado cada vez mais importante, considerando a necessidade de se assegurar quanto ao futuro diante de um contexto instável. Pensando nisso, vamos listar alguns dos tipos de seguros de vida a seguir. Confira!

Seguro de vida coletivo

O seguro de vida coletivo é um dos tipos de seguros de vida que vêm “no pacote” para o trabalhador. Eles são contratados por empresas, pelo sindicato, entidades de classe, clubes, associações e afins, cobrindo todos os participantes.

Suas coberturas, predominantemente, são limitadas e é o contratante o mediador entre o assegurado e a seguradora. Por outro lado, a taxa cobrada por esse seguro coletivo é bem pequena, o que faz com que muitos não questionem a sua adesão.

Tipos de seguros de vida individuais

Os seguros de vida individuais são provavelmente os menos conhecidos e contratados pelos brasileiros. Diferente dos coletivos, eles podem ser contratados de acordo com as características e necessidades do segurado, sendo que o preço também é calculado com base nisso.

Muitos imaginam que esses seguros cobrem apenas os casos de falecimento do titular, mas estão enganados. A seguir vamos apresentar alguns deles.

Seguro de vida resgatável

Dentre os tipos de seguros de vida, esse pode ser um dos mais interessantes para a maioria das pessoas, pois, nesse caso, após um período de carência, o valor pago pelo seguro pode ser resgatado parcialmente ou integralmente. No caso de resgate integral, obviamente, a apólice será anulada.

Seguro de vida temporário

Esse é um dos tipos de seguros de vida que também pode ser oferecido de maneira coletiva em casos de situações pontuais que ofereçam risco ao titular. Fora isso, ele é válido por um período de tempo determinado e pode ter valor estável ao longo do tempo.

Seguro de acidentes pessoais

Esse seguro é ideal para empreendedores que precisem ou desejem proteção caso fiquem incapacitados para o trabalho diante de incidentes.

Outras coberturas que podem ser oferecidas pelos diferentes tipos de seguros de vida

Já mencionamos que os diferentes tipos de seguros de vida, majoritariamente, podem ser acionados em caso de morte do titular para assegurar sua família diante de morte natural ou acidental.

Contudo, torna-se cada vez mais comum ofertas de seguros que oferecem outras coberturas, o que sempre deverá ser observado em contrato. Dentre elas estão:

– Invalidez Permanente Total ou Parcial por acidente (IPTA ou IPA);

– Invalidez Funcional Permanente Total por Doença (IFPD);

– Invalidez Laborativa Permanente Total por doença (ILPD);

– Doenças Graves (DG);

– Diária de Incapacidade Temporária (DIT).

É importante que na escolha da contratação de uma modalidade dentre os variados tipos de seguros de vida, fique-se atento ao contrato da apólice, verificando o que ele cobre. Principalmente no caso de doenças, existem moléstias específicas que são cobertas.

Continue se atualizando sobre assuntos importante para o trabalhador seguindo o escritório Marcos Roberto Dias nas redes sociais!

Como lidar com a falta de reconhecimento profissional?

A falta de reconhecimento profissional é uma vivência que pode ser bastante negativa. A motivação e o próprio desempenho no trabalho podem ficar comprometidos por isso. Entretanto, não é tão incomum o sentimento de desvalorização no trabalho de vendedor.

Os motivos podem ser os mais diversos, desde observar profissionais menos qualificados sendo promovidos, à falta de feedbacks positivos. Contudo, não se deve permitir que a ausência de reconhecimento profissional por vias externas prejudique sua carreira e estima.

Considerando esse contexto, a seguir vamos oferecer algumas dicas para que você lide melhor com essa situação a partir de seus próprios recursos.

Perguntas para se fazer diante da falta de reconhecimento profissional como vendedor

Talvez você não tenha considerado isso, mas uma das coisas que agravam a falta de reconhecimento profissional é a falta de valorização própria. Se você mesmo não for capaz de perceber o valor do trabalho que realiza, dificilmente ele será percebido por outros.

Por isso, diante da sensação de que não está obtendo o devido reconhecimento, fazer-se algumas perguntas poderá ser útil. Reflita sobre as seguintes questões:

  • Eu valorizo o meu trabalho?

  • Eu conheço e estimo minhas habilidades?

  • Consigo avaliar honestamente a qualidade do que faço?

  • Quais as minhas principais motivações para o trabalho?

  • Eu tenho prazer com o trabalho que faço?

  • Eu estou fazendo aquilo que gostaria de fazer?

  • Meu trabalho é condizente com os meus objetivos de vida?

Ao lidar com perguntas como essa, você poderá perceber se o que está te incomodando é realmente um fator externo. Além disso, será capaz de identificar o seu próprio valor. O ideal é não parar nas respostas, mas buscar direcionar seus objetivos e suas atitudes para melhorar os problemas que identificar.

Algumas atitudes para ajudar a lidar com a falta de reconhecimento profissional como vendedor

Para além da reflexão que indicamos, existem algumas atitudes e habilidades pessoais que poderão te tornar uma pessoa mais autônoma emocionalmente. Isto é, desenvolver essas qualidades te ajudará a não se afetar tanto com a falta de reconhecimento profissional externa. As principais delas são:

  • Capacidade de se autoconhecer e autocriticar;

  • Ter objetivos profissionais e pessoais;

  • Investir no próprio desenvolvimento;

  • Ter comprometimento com a profissão;

  • Ser capaz de colaborar com o crescimento de outras pessoas;

  • Ser resiliente diante das mudanças e dificuldades;

  • Ter autoconfiança;

  • Ser persistente para atingir seus objetivos;

  • Criar uma boa rede de contatos e amizades;

  • Cultivar uma conduta ética em todos os níveis.

O desenvolvimento de atitudes e qualidades como essas, não apenas irá te ajudar a lidar melhor com insuficiência de reconhecimento profissional, como poderá te ajudar a ter mais sucesso em tudo o que faz. É claro que existem alguns fatores objetivos relacionados à desvalorização no trabalho, como a estagnação.

Portanto, se você conseguir superar os incômodos dessa situação e perceber que, ainda assim, a empresa não oferece retorno, talvez seja melhor buscar outros caminhos. Concorda? Deixe um comentário com a sua opinião!

Devo investir em poupança ou previdência privada?

A necessidade de se assegurar quanto ao futuro tem se tornado alarmante para muitos brasileiros, afinal, a aposentadoria proporcionada pelo INSS têm mostrado sua instabilidade. Diante disso, uma das dúvidas comuns é sobre escolher a poupança ou previdência privada como investimento para garantir uma velhice mais tranquila.

Um dos motivos que torna essa dúvida tão constante é que muitos trabalhadores não têm maiores conhecimentos do mercado financeiro. Mesmo essas opções tão populares, com destaque para a poupança, são pouco conhecidas em seu funcionamento real. A seguir vamos esclarecer sobre o assunto para que você possa fazer uma boa opção.

Como funciona a poupança?

A caderneta de poupança é a maneira de guardar dinheiro mais popular no Brasil, também por ser a mais conhecida. Seu funcionamento consiste no rendimento mensal dos valores depositados conforme a taxa SELIC. Não há muitas regras nesse sentido: valores podem ser depositados ou retirados segundo a vontade do titular da poupança.

Ela é considerada uma das maneiras mais seguras de guardar dinheiro, por ser garantida pelo Fundo Garantidor de Crédito até o valor de 250 mil reais. Isto é, mesmo que a instituição financeira na qual se encontra a poupança vá a falência, o valor até esse limite com o seu respectivo rendimento poderá ser resgatado.

Fora isso, não há incidência de Imposto de Renda sobre a poupança ou outras taxas. Contudo, isso não quer dizer que a caderneta de poupança seja “só flores”. A realidade é que seu rendimento é baixo, geralmente menor do que 6% ao ano.

Além disso, não há rendimento algum para valores que ficam menos de 30 dias guardados e o modo de rendimento da poupança acaba significando perda de dinheiro, pois não acompanha a inflação.

Como funciona a previdência privada?

Entre investir em poupança ou previdência privada, é predominante a opinião de que a previdência privada seja mais vantajosa. Como ela é variável de acordo com a seguradora que oferece o plano, seu rendimento pode ser maior do que a poupança.

Contudo, há restrições para retirada e também para valores de abertura, embora ela não necessariamente precise ser paga mensalmente. Sendo assim, pessoas que não podem, realmente, manter o dinheiro guardado, acabarão em prejuízo com essa opção. Ao contrário, quem tem essa disciplina pode se beneficiar dela.

Pode-se escolher também o modo de recebimento do valor após o período de carência, entre total ou mensalmente pago ao investidor. Deve-se considerar que sobre a previdência privada há incidência de taxas administrativas e Imposto de Renda sobre os rendimentos.

Outra questão é que o valor investido na previdência privada não é protegido pelo Fundo Garantidor de Crédito. Portanto, se a instituição financeira falir, todo o valor será perdido. Dessa maneira, a afirmação de que entre poupança ou previdência privada, a segunda é mais vantajosa, depende muito da boa escolha do plano e seguradora.

Há outras alternativas além da poupança ou previdência privada!

Educação financeira, infelizmente, não é um dos fortes dos brasileiros. É por isso que muitos ficam debatendo se o melhor investimento é poupança ou previdência privada como se eles fossem os únicos possíveis.

O fato é que, para quem está disposto a aprender mais sobre investimentos antes de tomar uma decisão sobre onde aplicar seu dinheiro e assegurar o futuro, existem alternativas melhores que essas.

Algumas dessas alternativas são os Títulos do Tesouro Direto, CDB, LCI e LCA. Contudo, em qualquer caso, é fundamental que o investidor saiba avaliar o investimento. Da mesma maneira, para entender se é a poupança ou previdência privada a opção mais interessante para o seu perfil, também é preciso fazer uma avaliação e comparação apurada das ofertas de previdência privada.

Você pode continuar se informando sobre assuntos de interesse do trabalhador acompanhando o Escritório Marcos Roberto Dias nas redes sociais!

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