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Vendedor: Quais os tipos de salário?

A forma de remunerar os vendedores varia bastante de uma empresa para outra. Muitos estabelecimentos veem esses pagamentos como gastos, enquanto outros os consideram como um incentivo que pode ser muito rentável a curto, médio e longo prazo. Fato é que, independentemente do ramo e do objetivo estratégico da empresa, ter um setor comercial motivado é essencial para trazer resultados positivos. Neste post, você conhecerá os três tipos mais comuns de salário para os vendedores. Confira:

Salário fixo

O tipo de salário fixo, como o próprio nome diz, é composto apenas pela remuneração mensal fixa do vendedor, excluindo qualquer ganho referente à produtividade. A grande vantagem desse modelo é que o trabalhador pode dedicar um tempo maior ao atendimento dos clientes e ao pós-venda, oferecendo um serviço de qualidade superior sem ter que se preocupar com metas e renda. Em períodos comerciais fracos, a renda mensal permanece inalterada. Em contrapartida, esse plano pode facilitar a criação de uma zona de conforto entre os vendedores, por não incentivá-los a se esforçarem para aumentar os resultados.

Salário variável

O modelo de remuneração variável é muito aplicado a profissionais autônomos, como os representantes comerciais. Isso porque não há salário fixo e o trabalhador recebe apenas uma comissão sobre as vendas realizadas.

Esse modelo funciona muito bem para empresas que vendem produtos de valor alto e com pouca saída. Para essas companhias é melhor ter representantes comerciais que recebem uma comissão superior ao realizarem vendas do que manter vendedores fixos que fecham poucos negócios.

A relação do empregador com esse vendedor, no entanto, deve ser diferente. Isso porque um trabalhador autônomo não possui vínculo empregatício com a empresa, então não pode ser obrigado a cumprir horários e metas, comparecer ao estabelecimento em datas fixas, ter exclusividade ou usar uniforme.

Salário misto

O funcionamento deste salário reúne características dos dois tipos anteriores. Os vendedores, que são trabalhadores da empresa, têm a remuneração composta pelo salário fixo acrescido de uma comissão sobre cada venda efetuada no período mensal.

A grande vantagem é que esse plano incentiva os empregados a maximizar o volume total de vendas. Isso gera lucro para a empresa e renda para os vendedores. Por outro lado, grandes variações no volume de vendas têm impacto direto nos ganhos mensais. Uma crise econômica, por exemplo, que diminui o poder de compra do consumidor, afeta diretamente os empregados. Eles recebem remunerações menores por conta da queda no volume das comissões.

Outro desafio para a empresa que adota esse modelo de remuneração é a composição porcentual entre o pagamento fixo e a comissão sobre as vendas. Comissões muito altas e salários fixos baixos podem ser um problema em épocas de vendas em baixa. Já salários fixos altos e comissões baixas podem deixar os empregados acomodados. O ideal é que 70% da renda do vendedor seja constituída de comissões. Os outros 30% representados pelo salário fixo.

A forma de composição da remuneração dos vendedores depende do tamanho e do ramo da empresa. Também do seu objetivo comercial. O tipo do produto e o perfil de mercado também devem ser considerados. Dessa forma, tanto o empregador quanto o empregado vão ser beneficiados. Ficou com alguma dúvida sobre esse assunto? Comente abaixo.

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