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3 filmes para vendedores aprenderem e se inspirarem

Apesar da importância em manter o foco, o nosso cérebro pede pausas, lazer, descontração. Fora isso, a inspiração pode vir de onde menos esperamos. Portanto, se você está buscando filmes para vendedores a fim de melhorar suas habilidades, não se engane pensando que eles precisam ser, necessariamente, sobre vendas.

Na verdade, nossas competências profissionais não funcionam sozinhas. Elas estão associadas a uma série de outros conhecimentos e habilidades, inclusive emocionais, comportamentais e sociais.

Dentre outras formas de expressão, as produções cinematográficas são uma ótima alternativa para desenvolver ou aprimorar habilidades ao mesmo tempo em que descansamos. Quer saber por que?

Por que os filmes são ótimas fontes de aprendizado e inspiração?

Nosso cérebro é uma máquina surpreendente. Conhece aquele ditado que diz que, para achar algo, basta parar de procurar e então você se lembra de onde está? Pois é, nossa cabeça é cheia dessas surpresas.

Os modos de aprendizado e aprimoramento pessoal e profissional estão na lista. Mas, saiba que não se trata de algo sem explicação. No caso do modo com que os filmes nos influenciam, por exemplo, existem estudos que apontam alguns dados interessantes:

  • O processo de aprendizagem a partir da comunicação visual é 60 mil vezes mais rápido;
  • Tendemos a nos lembrar de 80% do que vimos ou fizemos, isto é: quatro vezes mais do que quando lemos;
  • Quando vemos um filme, certas áreas do cérebro são ativadas, fazendo com que a experiência seja tão marcante quanto uma vivência real.

Portanto, ao pensar em filmes para vendedores aprenderem e se inspirarem, lembre-se que os mais variados estilos e temas podem ajudar: tudo depende do seu olhar. Procure ver para além do óbvio e poderá usufruir das mais diversas produções cinematográficas.

Agora que você sabe disso, vamos a algumas dicas?

Dicas de filmes para vendedores aprenderem e se inspirarem

1. O sucesso a qualquer preço

Os anos 90 ainda têm muito a nos ensinar e, melhor ainda se for com grandes estrelas, como: Al Pacino, Alec Baldwin e Kevin Spacey. A partir dessa película, é possível refletir sobre como ambientes tóxicos, nos quais a competitividade é desmedida e as estratégias agressivas, podem ter um efeito nocivo para o sucesso.

2. Cassino

É difícil lidar com mudanças, certo? É mais difícil ainda quando estamos em um lugar confortável, quando conquistamos algo desejado. Aquele medo de perder “a posição”. Pois esse receio é justamente o que pode nos levar à queda. Aproveite um dos clássicos de Martin Scorsese para aprender com um líder da máfia como lidar com mudanças!

3. Joy: O nome do sucesso

Baseado em fatos reais, esse é um filme inspirador para quem tem dificuldades em conciliar a vida pessoal e profissional. A empresária Joy Mangano, interpretada por Jennifer Lawrence, compartilha sua história sobre a árdua trilha para o sucesso, em uma narrativa carregada de motivação e inspiração.

Para além das indicações de filmes para vendedores, é importante ressaltar que, o que mais relevante é como você vive essa experiência. Com a mente aberta, é possível encontrar lições e inspirações onde menos se imagina. Não se prenda a temas previsíveis!

Outra observação interessante é ter em mente que os filmes podem ser ótimos mediadores de relações e diálogos. Quando você tem alguém para conversar sobre o que viu, apreende outras perspectivas, tornando a experiência ainda mais rica e marcante. Compartilhe esse momento com seus colegas!

Você conhece outros filmes para vendedores aprenderem e se inspirarem? Deixe sua sugestão nos comentários!

Saiba como usar a persuasão em vendas

O uso da persuasão em vendas é muitas vezes visto de maneira negativa, pois a persuasão é confundida com diversas atitudes ruins, como arrogância, insistência e desonestidade no processo de vendas.

Contudo, ao contrário, a persuasão em vendas não apenas é positiva como necessária. Ela tem a ver com uma maneira assertiva de se comunicador, conseguindo facilitar que o outro tome uma atitude de interesse.

Quando utilizada com ética e respeito pelo consumidor, a persuasão será uma ferramenta valiosa para o vendedor. Saiba mais a seguir!

Entenda o que realmente é a persuasão em vendas

Dentre as estratégias de comunicação, a persuasão é aquela que se utiliza de recursos racionais e simbólicos para influenciar a decisão de uma pessoa de maneira positiva. Isto é, a persuasão em vendas é uma estratégia comunicativa a partir da qual o vendedor busca convencer o cliente a comprar.

Não se pode, portanto, confundir persuasão com fazer promessas falsas, oferecer informações mentirosas ou desgastar o cliente com excessos de argumentação até que ele adquira o produto apenas como reação.

Dicas para usar a persuasão em vendas

Persuadir o cliente quer dizer compreendê-lo a ponto de entender suas necessidades e demonstrar que o produto oferecido é o ideal para atendê-las. Desse modo, a persuasão em vendas está necessariamente articulada com uma postura empática e ética da parte do vendedor.

Sabendo disso, vamos te apresentar algumas técnicas pra persuasão em vendas a seguir!

Em primeiro lugar, doe seus ouvidos ao cliente

Deixar o cliente falar é uma atitude fundamental dentro das estratégias de persuasão. É só dessa maneira que você saberá quais são suas necessidades, problemas e anseios. A partir disso, você saberá o que dizer sobre o produto para viabilizar a venda com mais eficiência.

Quando o cliente não falar espontaneamente, inclusive, é indicado que ele seja estimulado a fazê-lo a partir de perguntar abertas.

Demonstre conhecimento do seu produto

Especialistas são particularmente respeitados e levados a sério em uma conversa. Portanto, na negociação em vendas, é fundamental que o vendedor demonstre pleno conhecimento sobre o seu produto e mercado. Isso fará com que o cliente tenha mais disposição de escuta-lo.

Faça perguntas retóricas com resposta positiva

Sabe quando você faz uma pergunta que, na verdade, já tem uma resposta prevista? Em uma estratégia de persuasão em vendas, esse pode ser um recurso precioso! O segredo é fazer perguntas cujas respostas sejam: sim! Isto é, afirmativas. Isso irá gerar uma sensação positiva e de concordância no cliente, facilitando sua decisão pela compra.

Lembre-se de que o cliente sempre tem razão

Geralmente, esse lema é adotado para o atendimento ao cliente, principalmente diante de reclamações. Mas, aqui, esse pensamento te ajudará a vender. Como assim? Se trata de fazer com que, no percurso da negociação com o cliente, as ideias e decisões sejam sempre atribuídas a ele. Assim, ele se sentirá valorizado e no controle do processo, facilitando sua adesão.

Essas são apenas algumas dicas de persuasão em vendas, mas você poderá ampliar ainda mais seu conhecimento sobre essa estratégia a partir de uma constante atualização. Por isso, sugerimos que leia também o artigo: Como as referências podem ajudar nas vendas!

Conheça 5 palavras que induzem a compra e venda mais!

Dentre as diferentes estratégias para vender mais e melhor, as palavras que induzem a compra são simples e eficazes. No entanto, justamente por essa simplicidade muitas pessoas não entendem como utilizá-las ou mesmo subestimam seu poder.

Acontece que, se você prestar a atenção, mesmo em um diálogo informal o uso de uma palavra pode fazer com que algo soe mal ou o oposto. No universo das vendas, o segredo é entender que a maior parte do sucesso ou do fracasso gira em torno da comunicação.

Portanto, se você é um vendedor em busca de melhorar suas técnicas de venda, não deixe de conferir a força e os usos de algumas das principais palavras que induzem a compra.

1. O nome do cliente é uma das principais palavras que induzem a compra

Autores consagrados na área de comunicação e relacionamento humano, como o autor do livro “Como fazer amigos e Influenciar pessoas”, já defenderam a importância em utilizar o nome da pessoa em um diálogo.

Mais do que personalizar a conversa, essa medida promove uma aproximação entre os interlocutores e é capaz de intensificar a atenção e interesse do cliente na negociação. Só é preciso cuidado para não exagerar e ficar evidente que você está utilizando uma técnica.

2. Utilize o pronome “você” durante o diálogo

Assim como falar o nome do cliente, o pronome você tem a função de manter a atenção do cliente, demonstrando para ele que o diálogo é direcionado a ele e não a qualquer pessoa.

3. Faça uso de conjunções aditivas como o “e” e “além disso”

Um dos segredos para vender mais e manter o diálogo de negociação sempre positivo. Isso quer dizer utilizar palavras que somem, multipliquem e sejam afirmativas. As conjunções aditivas, como o “e” tem essa função. Por isso, são ótimas palavras que induzem a compra.

Elas devem ser utilizadas, por exemplo, para elencar as qualidades e características de um produto para o cliente ou reforçar um argumento. Em contrapartida, deve-se evitar palavras negativas ou problemáticas, como “mas” ou “apesar”.

4. Utilize verbos imperativos que estimulem a experimentação

Verbos imperativos são aqueles conhecidos por darem uma ordem. É claro que você não irá ordenar nada ao cliente! Contudo, estas são palavras que induzem a compra muito poderosas quando fazem um convite à experimentação.

No contexto das vendas, é quando você chama ao cliente para tocar (toque), ver (veja), dentre outras ações que o permitem se aproximar do produto de uma maneira experimental.

5. Inclua no diálogo palavras que ampliem as perspectivas do cliente

Ainda que na negociação o cliente tenha demonstrado interesse em um produto, principalmente quando está em dúvida, você poderá ter sucesso ao ampliar suas opções. Essa é uma maneira de utilizar as palavras que induzem a compra incluindo no diálogo de negociação outras possibilidades para o cliente, a partir do uso de palavras como “ou”, “mais” e afins.

Essas são apenas algumas palavras que induzem a compra e poderão incrementar sua estratégia de vendas. Para descobrir outras palavras interessantes para a sua performance, é interessante sempre ter em mente o efeito daquilo que você diz e o que melhor se adequa ao produto que vende.

Conheça outras estratégias para vender mais e melhor lendo também o artigo: Dicas para conquistar o cliente e vender mais!

Entenda a carga horária de trabalho no comércio!

Pelos mais diversos motivos, é comum entre os vendedores ter dúvidas sobre a carga horária de trabalho no comércio. Não é raro que a motivação seja por pensarem que estão realizando uma jornada abusiva, para entender sobre o direito de horas extras, dentre outras questões.

O fato é que, na verdade, não existe nenhuma especificidade legal quanto a jornada de trabalho desses profissionais, exceto as possibilidades de acordo coletivo. Portanto, o horário de trabalho dos vendedores deve respeitar a CLT.

A seguir falaremos mais sobre o assunto para que você entenda melhor se a sua jornada de trabalho está adequada. Confira!

Qual é a carga horária de trabalho no comércio?

Conforme estabelece a constituição, a jornada normal de trabalho deverá ser de 8 horas diárias, 44 horas semanais e 220 mensais. Diariamente, pode-se somar a ela no máximo 2 horas diárias, que se ultrapassarem o limite semanal ou mensal, serão consideradas horas extras.

Para entender melhor a carga horária de trabalho no comércio em seu caso específico, é importante observar o contrato de trabalho e acordos coletivos. Algumas alterações são possíveis desde que não contradigam as determinações legais.

Conforme a nova lei trabalhista, por exemplo, a jornada de até 12 horas diárias por 36 de descanso é regulamentada. Contudo, o limite de 44 horas semanais e 220 horas mensais permanece. Tudo o que exceder a isso será considerado hora extra, que deverá ser remunerada com o acréscimo de 50% da hora normal.

Em qualquer caso, a jornada de trabalho deverá respeitar o contrato e acordos coletivos, assim como as horas extras deverão ser combinadas com o trabalhador.

Consulte o sindicato sobre a carga horária de trabalho no comércio

Como mencionamos, além do contrato de trabalho, outra medida que irá te ajudar a entender se a sua carga horária está adequada diz respeito aos acordos coletivos. Para entender o que está regulamentado no que se refere à carga horária de trabalho no comércio é interessante consultar o sindicato pertinente.

No sindicato você conseguirá informações precisas sobre esses acordos, de modo a saber os limites e possibilidades da sua jornada de trabalho. Sendo assim, informe-se sobre qual unidade do sindicato dos trabalhadores do comércio atende a sua região e entre em contato!

Entenda o que compõe a carga horária de trabalho no comércio

Seja no comércio ou em qualquer outro mercado de trabalho, nem tudo conta como jornada. Por exemplo, o horário de almoço, pausas para descanso, troca de uniforme e estudo não compõem a carga horária. Sendo assim, se você tem um intervalo de uma hora para o almoço e permanece na empresa de 8h às 17h, está cumprindo 8h diárias e não 9h.

Caso você desconfie que a sua carga horária de trabalho no comércio não está adequada, junte os elementos para apurar a situação. Além de se informar, se a situação for realmente irregular, você precisará comprová-la para tomar as providências necessárias.

Saiba mais sobre situações parecidas em nossas redes sociais

Como o vendedor pode ter realização pessoal e profissional?

Ter realização pessoal e profissional é um desafio para muitas pessoas. Principalmente quando se tem uma profissão exigente, como a de vendedor, a tendência é investir muito no trabalho e ter pouco tempo e dedicação para a vida pessoal.

O problema é que, na realidade, a realização nessas áreas está articulada. Então, quando se deixa de investir em uma delas, a tendência é que a outra também não caminhe bem. Pensando nisso, vamos falar sobre o assunto para que você saiba como encontrar realização pessoal e profissional a partir de algumas atitudes.

Aceitar as mudanças é fundamental para a realização pessoal e profissional

Um fator inevitável que afeta todas as áreas da vida é a mudança. Apesar de ser uma constante, a dificuldade em lidar com transições e transformações é comum. Isso é verdade principalmente quando a mudança coloca em risco aquilo que prezamos.

Entretanto, para se ter realização pessoal e profissional é preciso aceitar que as coisas não são estáticas. Aceitar não quer dizer ficar parado assistindo as coisas acontecerem! Trata-se de procurar se adaptar ao novo a partir do entendimento e compreensão sobre o que acontece.

Para ter realização é preciso ser positivo

Perder-se em reclamações e queixas é o que mais acontece quando problemas aparecem em nossa vida profissional ou pessoal. Isso, contudo, não resolve absolutamente nada. Na verdade, corre-se o risco de estacionar em padrões negativos de pensamento, o que apenas piora as situações.

Diante disso, deve-se sempre encarar problemas como situações passageiras ou desafios a serem superados. Isso é ser positivo! Essa atitude permite que você realmente lide com o que é possível resolver ou, ao menos, não se desgaste com o que é inevitável.

Para realizar-se é preciso dar sempre o melhor de si

Seja no que se refere à carreira, aos relacionamentos ou objetivos pessoais, só será possível encontrar realização se houver empenho. Não se deve tentar ser perfeito, afinal, somos humanos. Mas, você sabe qual o seu máximo potencial?

Você irá descobrir isso se procurar sempre dar o melhor de si em tudo o que faz. Essa atitude te ajuda a superar limites, conquistar o sucesso em vários níveis e obter o reconhecimento e valorização daqueles que fazem parte da sua vida.

Para ter realização pessoal e profissional é preciso parar de vez em quando

Momentos de pausa e relaxamento precisam fazer parte da sua vida caso deseje, realmente, ser uma pessoa realizada. Isso ajuda a recuperar as energias e a pensar melhor sobre todas as coisas. Quem está sempre correndo acaba atropelando pessoas e oportunidades, inclusive as oportunidades de uma maior realização.

Planeje sua vida pessoal e profissional

É complicado falar de realização quando não temos um rumo mais ou menos definido. Afinal, o que realizar quando você não sabe nem mesmo onde quer chegar? Sendo assim, para ter realização pessoal e profissional é fundamental que você tenha um planejamento para cada uma dessas áreas.

Diante disso, em primeiro lugar, você deve saber diferenciar o que é um objetivo pessoal e o que é um objetivo profissional. Por exemplo, fazer uma viagem ao exterior é um objetivo pessoal enquanto obter uma nova qualificação é um objetivo profissional.

Embora dar uma atenção específica para a cada área da vida seja importante, como falamos antes, elas estão em articulação. Por isso, você deve ter em mente que ao buscar realização na profissional, isso terá efeitos na sua vida pessoal, e o contrário também é verdade.

O que mais você acha que é preciso fazer para ter realização pessoal e profissional no trabalho como vendedor? Deixe um comentário com a sua opinião!

Vendedor pode operar caixa? Entenda essa situação!

O questionamento sobre se o vendedor pode operar caixa geralmente surge entre os profissionais que são demandados a realizar essa função, mas não foram contratados para isso. Há, neste caso, a desconfiança de que se possa estar sob acúmulo ou desvio de função.

Contudo, a conclusão não é tão simples! Essa é mais uma daquelas situações em que ser irregular ou não depende de outras características do contexto. A seguir vamos tentar esclarecer mais sobre o assunto. Confira!

O vendedor pode operar caixa se for comissionado?

De início, a resposta para essa pergunta seria não. Entende-se que o vendedor que recebe apenas por comissão, recebe apenas pelas vendas. Entretanto, existem alguns casos controversos. Por exemplo, se esporadicamente o vendedor tiver que cumprir a função de caixa para lidar com uma venda que ele mesmo realizou, isso poderá ser interpretado como algo válido.

Em contrapartida, se a empresa demandar de um vendedor que recebe apenas comissão que ele substitua o caixa, prejudicando-o por um período em que ele poderia estar vendendo, a história é outra. Nesse caso o direito do trabalhador está sendo negligenciado.

Sendo assim, é preciso ser razoável e avaliar o que está ocorrendo antes de tirar conclusões. De qualquer maneira, se houver a desconfiança de que seus direitos estão sendo negligenciados, é importante juntar provas e ter testemunhas para tomar uma providência.

De modo geral, quando o vendedor pode operar caixa ou não?

Como você pôde observar, mesmo no caso do vendedor comissionado, a resposta para a pergunta se o vendedor pode operar caixa não é só uma. A situação é ainda mais complexa quando ele recebe um salário fixo.

Em primeiro lugar, é preciso entender que a função de caixa diz respeito a mais do que manusear dinheiro. O caixa tem uma responsabilidade sobre os valores que entram e saem da loja. Portanto, não se considera, necessariamente, que um vendedor está exercendo essa função se não lhe for atribuída tal responsabilidade.

Pela mesma razão, ele não poderá exigir, por exemplo, receber o valor pela quebra de caixa por uma execução esporádica dessa função. Outro elemento que influencia nesse caso é o porte da loja e a sua cultura. Pode ocorrer, por exemplo, que trabalhando em um estabelecimento pequeno, um vendedor tenha que recorrentemente receber o valor da venda.

Isso quer dizer que ele está exercendo a função de caixa? Depende. Se ele for responsabilizado, sim. Se isso tomar muito o seu tempo para venda e incorrer em prejuízo, também é um problema. Todavia, se isso fizer parte da dinâmica da loja e concluir-se que não incorre em nenhum prejuízo ao trabalhador, não há irregularidade na situação.

Outra cosia relevante é verificar no contrato de trabalho o que está previsto como função e quais os termos do acordo. O fato de trabalhar com vendas nem sempre configura a função de vendedor na carteira e no contrato. Isso poderá fazer muito a diferença na interpretação de um caso como esse.

Concluímos, portanto, que o vendedor pode operar caixa em certas situações sem que isso incorra em negligência aos seus direitos. Mas, se a atividade resultar em prejuízo para ele, a busca por orientação jurídica para lidar com a situação é necessária.

Se esse artigo foi útil para você, continue acompanhando outras informações sobre direitos trabalhistas seguindo o escritório Marcos Roberto Dias nas redes sociais!

Conheça os tipos de vendedores e suas características

Por mais que cada pessoa apresente particularidades, principalmente no desempenho de uma função específica, existem alguns perfis que são comuns. No ramo de vendas, por exemplo, é possível identificar alguns tipos de vendedores e, a partir da compreensão de suas características, entender como podem melhorar ou em qual área poderão ter mais sucesso. Veja a seguir alguns deles.

Conheça 6 tipos de vendedores

1. O oportunista

Esse vendedor é conhecido por ter um perfil de amigo, o que a princípio parece positivo, mas na realidade apresenta vários problemas. Ele é aquele que só se interessa em vender para quem quer comprar, se colocando disponível e atendendo bem quem já tem interesse no produto ou serviço.

No entanto, não apresenta habilidades de convencimento, isto é, para conquistar novos clientes ou diversificar os produtos que eles costumam consumir. A tendência é que a sua performance seja mediana de um modo geral, mas não encontrará sucesso em ambientes burocráticos e hostis.

2. O racional

O vendedor racional é um ótimo técnico. Conhece a fundo as características dos produtos e serviços, da empresa e até do mercado e outras informações úteis. Infelizmente, falta-lhe o traquejo e o carisma para conquistar os clientes. Ele teria mais sucesso como consultor do que como um vendedor direto.

3. O passivo

Entre os tipos de vendedor, ele se parece muito com o vendedor oportunista, com a diferença que em vez de “fugir” do não, ele aborda todos os clientes, só não insiste quando escuta um não e parte para outra. Ele deixa que o cliente guie o percurso da venda, intervindo apenas quando solicitado, o que faz com que sua performance como vendedor seja pouco eficiente.

4. O agressivo

A abordagem desse tipo de vendedor é problemática, embora ainda tenha algum resultado. No entanto, com a mudança no perfil dos clientes, a tendência é que esse sucesso rápido e infrutífero se reduza cada vez mais.

O que ele faz? Insiste, empurra o produto para o cliente, utiliza de argumentos eticamente questionáveis e até mente se necessário. Sua principal meta é vender, é numérica. Ele não faz o menor esforço para cultivar uma relação com o cliente, apenas deseja concretizar a venda e bater metas.

5. O “Don Juan”

Sempre que houver um novo cliente, produto ou uma novidade qualquer, esse tipo de vendedor atuará com empolgação, carisma e espírito de conquista. No entanto, não sabe cultivar relações e só mantém o interesse nos processos e clientes enquanto são novidade. É um bom prospector.

6. O jardineiro

O vendedor jardineiro se preocupa em cultivar as relações de vendas desde o seu início à sua continuidade. Tem habilidade para fidelizar clientes e consolidar os processos, assim como apoiar e integrar a equipe para o maior sucesso de todos.

Esses são alguns dos possíveis tipos de vendedores que as pessoas de diferentes perfis podem se tornar. Mas, isso é definitivo? Não. A partir de um treinamento ou do trabalho de algumas características emocionais e comportamentais, além de, é claro, ampliar o conhecimento em vendas, é possível desenvolver em si as qualidades mais interessantes que um vendedor pode ter.

Você se identificou com algum desses perfis? Conhece outros tipos de vendedores que não listamos? Compartilhe sua experiência e opiniões nos comentários!

Conheça os principais tipos de objeções de clientes

Uma das coisas que fazem parte da rotina do vendedor é lidar com objeções de clientes. É verdade que elas podem gerar desânimo ou reações pouco efetivas. Por esse e outros motivos, quanto mais se conhecê-las, melhor será possível lidar com elas.

Isso porque quando conhecemos algo bem, entendemos sua estrutura, motivação e aspectos afins, de modo que criamos respostas mais assertivas para lidar com a situação. Sendo assim, aqui vamos te apresentar algumas das principais objeções de clientes nas vendas de varejo. Confira!

Objeções de clientes relacionadas ao preço

O preço é uma das principais ressalvas dos clientes diante de uma compra. Eles podem dizer que não tem dinheiro para o produto, que está muito caro, que a concorrência tem um preço melhor… O primeiro impulso diante desse tipo de objeção é oferecer um valor mais baixo, se existir essa possibilidade.

Contudo, essa não é a maneira ideal de lidar com o argumento do preço. Em primeiro lugar é preciso entender que quando as objeções de clientes dizem respeito ao preço do produto, duas coisas são prováveis: ou realmente não cabe no orçamento dele, ou ele ainda não identificou o real valor do produto. É quando for a segunda situação que você irá conseguir atuar.

Objeções de clientes relacionadas ao momento

Outra situação muito corriqueira é o cliente estar na loja, olhar os produtos, mas não decidir pela compra. Ele diz que volta depois, que só está olhando e ainda não decidiu se irá comprar, dentre outras argumentações relacionadas ao tempo.

Contudo, é preciso perceber algo importante: ele já está na loja, já está olhando, já está demonstrando interesse. É pouco provável que esse não seja, então, o momento da compra. Só o que falta, na maioria desses casos, são esclarecimentos ou motivações para que ele se decida por comprar.

Questões relacionadas a dúvidas e desconfianças

Observe que aqui não utilizamos a palavra “objeções”, porque embora essas situações sejam encaradas dessa maneira, geralmente elas não são exatamente isso. Se o cliente tem dúvidas sobre a confiabilidade do produto ou serviço, mas está ali disponível para ouvir, ele só precisa de elementos que confirmem que ele pode confiar e comprar sem medo. Não chega a ser uma objeção, mas uma condição para que ele compre.

Curiosidade e desinteresse fazem parte das vendas…

Essas geralmente são casos de objeções de clientes sobre os quais nada pode ser feito e, portanto, é preciso identificá-los com rapidez para não investir tempo nos consumidores errados. São situações em que o cliente está ali de passagem, “passando o tempo”, matando uma curiosidade, mas não tem real interesse ou intenção de comprar o produto.

Como lidar com as objeções de clientes?

As objeções de clientes que listamos nem sempre são fáceis de identificar imediatamente. Sejam elas ou outras argumentações, o que mais vai te ajudar a lidar melhor com elas é escutar com atenção e integralmente o que o cliente tem a dizer.

A partir disso, é possível construir algumas perguntas-chave, que desconstruam a objeção e te permitam entender se há algo a ser feito ou se é um caso perdido. Agora que você conhece as principais objeções de clientes, conte para a gente: quais as principais objeções você escuta em seu trabalho como vendedor? Deixe um comentário!

4 dicas para competir e vencer a concorrência nas vendas

Quando se atua no mercado de vendas competir é uma constante. Não existe, hoje em dia, produto ou serviço único, que não apresente outras opções no mercado. Com isso, é preciso estar preparado para conquistar os clientes, não apenas no momento da compra, mas em todos os estágios de venda: prospecção, negociação, pós-venda e manutenção.

Para competir e vencer a concorrência nesse contexto dinâmico e movimentado é preciso desenvolver e sustentar algumas habilidades e atitudes como vendedor. É claro que certas questões dependem da gestão da sua empresa, mas não se engane: você pode e deve fazer a diferença! Vamos às dicas:

1. Para competir comece entendendo o que o cliente realmente quer

Quando estamos lidando com pessoas, precisamos entender que nem sempre o que elas dizem é o que é. Por exemplo, se um cliente comenta que o preço do concorrente é menor ou algo do tipo, ele provavelmente quer negociar com você, caso contrário, nem faria esse comentário, entende? Então, como agir? Como identificar o que ele deseja na negociação, por que ele evocou o concorrente? O que ele quer de diferencial?

Para que você consiga identificar essas e outras pistas que o cliente te oferece e possa vencer a concorrência, você precisa saber escutar e negociar. Se for capaz de compreender o que existe por trás das entrelinhas e utilizar isso em seu favor, com certeza, conseguirá conquistar o cliente.

2. Conheça bem a sua empresa para competir

Talvez você acredite que conheça bem a sua empresa, mas saiba que apenas aquilo que diz respeito imediatamente ao seu produto e condições de vendas não é o suficiente. Você deve buscar saber ao máximo sobre o lugar onde trabalha, sua origem, seus valores, como ele funciona e outras informações.

Não se contente apenas com documentos e informações prontas: observe e analise cotidianamente o espaço no qual trabalha. É da combinação entre o que você vê ocorrendo na prática e informações oficiais que está o verdadeiro conhecimento sobre a empresa. Isso irá permitir que você identifique de forma realistas quais são os pontos fortes que poderão te auxiliar nas vendas.

3. Conheça tudo sobre seus concorrentes

Você quer competir e vencer os seus concorrentes? Então, você precisa saber com quem está competindo! Afinal, como poderá tomar atitudes e ações para superar algo que você não sabe o que é? Não tenha pudores em ir atrás: entre nas lojas dos seus concorrentes, visite seu site, assine sua newsletter, conheça seus prazos, preços, qualidade do atendimento, promoções. Observe tudo!

Cumpra essa missão e, em seguida, faça um comparativo com a sua empresa, identificando quais os pontos fortes e particularidades que te permitirão ter mais sucesso nas vendas do que a concorrência.

4. Seja honesto e motivado na competição

Honestidade e motivação parecem fatores subjetivos ou éticos apenas, mas acredite, poderão fazer toda a diferença entre você e seu concorrente! Atualmente, diante de algumas estratégias comerciais muito agressivas e ambíguas, os clientes valorizam e muito quem é capaz de dizer sobre a realidade da negociação, mostrando vantagens reais e não inventando. Contudo, para que você consiga fazer isso, precisa acreditar em seu próprio produto, ser apaixonado pelo que faz e engajado com a empresa. Combine esses dois fatores e irá se destacar da concorrência.

Poderíamos continuar com mais uma variedade de atitudes que poderão te levar a vencer ou competir com a concorrência, contudo, considerar o seu próprio contexto e entender a lógica das dicas que oferecemos para adaptar à sua realidade será muito mais eficaz do que decorar listas de dicas.

Investir em se qualificar e conhecer diferentes estratégias, ainda com essa “regrinha” da análise e adaptação em mente, também poderá ajudar, e muito! Por exemplo, a utilização de referências na hora da venda é outro fator que pode te diferenciar da concorrência. Quer saber mais sobre o assunto? Então, leia o nosso texto: Como as Referências Podem Ajudar nas Vendas?

6 atitudes de um vendedor de sucesso

Você já parou para observar que nem sempre quem é bom no que faz, necessariamente, tem sucesso? Pois é, o sucesso envolve certas atitudes que vão além de saber fazer algo bem, que dizem respeito a como se lida com os próprios resultados e com a própria atuação. Essas atitudes, mais cedo ou mais tarde, levam a reconhecimentos e resultados que só de exercer corretamente certa atividade, não levariam. É sobre algumas dessas atitudes para se tornar um vendedor de sucesso que nós falaremos a seguir!

1. Tenha metas e objetivos

Para que se tenha sucesso como vendedor, em primeiro lugar, você precisa ter uma forma de mensurar isso. Afinal, o sucesso também envolve a sua percepção do que ele é. Sendo assim, defina onde você quer chegar, o que é sucesso para você, quais as etapas para que alcance o almejado objetivo e sempre busque chegar lá. Lembre-se de ser realista e paciente: um grande objetivo deverá ser composto que pequenos passos e metas progressivas.

2. Seja empático

Empatia não é só uma palavra da moda, é uma característica fundamental para que um vendedor seja bem-sucedido. Se você for capaz de se colocar no lugar do seu cliente, saberá lidar com ele de forma muito mais assertiva. É claro que saber escutar e falar no momento certo é parte do processo de atuar com empatia.

3. Ouse ser criativo

Não é possível alcançar destaque em alguma coisa sem uma certa dose de risco e muita criatividade. Pessoas que apenas seguem padrões previsíveis estacionam em resultados medianos. Se você quer realmente ser um vendedor de sucesso, invista em sua criatividade e utilize-a em seu cotidiano para oferecer soluções diferentes das rotineiras. Além disso, tenha sempre cartas na manga diante de imprevistos e dificuldade de se adaptar às mudanças.

4. Conhece-te a ti mesmo, ao seu cliente e o seu mercado

Conhecimento é uma ferramenta fundamental para o sucesso em vendas. Ele deve envolver todos os processos: seu produto, o mercado no qual atua em nível nacional e internacional, a concorrência, o perfil dos seus clientes e, é claro, você mesmo! Quanto mais autoconsciente for sobre suas forças e fraquezas, assim como entender como funciona o seu nicho, mais terá material para alcançar os seus objetivos.

5. Cultive a honestidade

No mundo comercial, uma atitude honesta poderá ser aquilo que faz com que seu cliente volte, que as chefias lhe confiram confiança e que você possa dormir tranquilo. Portanto, assuma a responsabilidade por todos os seus atos e não tente crescer a partir de estratégias ambíguas. Inclusive, situações como essas poderão se virar contra você e arruinar o que construiu até então.

6. Mantenha o entusiasmo

Se você está desejando ser um vendedor de sucesso, é bem provável que goste do que faz, caso contrário, buscaria mudar de área, certo? Então, esse já é um passo bem importante. Contudo, não basta que você seja apaixonado pelo que faz: você precisa contagiar os outros com essa empolgação, pois é essa energia que poderá fazer com que novas oportunidades e o merecido reconhecimento batam à sua porta.

Essas são algumas das principais atitudes que te levarão a ser um vendedor de sucesso. Se quiser ir além, analise o seu mercado, o seu contexto real e entenda o que ele pede. Invista em você, se dedique ao seu trabalho e o reconhecimento será apenas uma consequência. O que você achou dessas dicas? Tem alguma outra sugestão? Deixe sua opinião nos comentários!