Atendimento em todo Brasil
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Marcos Roberto Dias

Processar a empresa trabalhando dá justa causa?

Infelizmente, é muito comum que alguns empregados permitam que seus direitos trabalhistas sejam desrespeitados pelo medo da demissão. Será que esse medo tem fundamento? Sem maiores rodeios, vamos falar sobre o assunto e te ajudar a entender quais são as melhores formas de garantir seus direitos, com ou sem vínculo empregatício com a empresa, sem sair prejudicado.

Processar a empresa trabalhando dá justa causa?

A resposta para essa pergunta é: Não. A lei trabalhista não prevê, para a empresa, o direito de demitir um empregado por justa causa se ele entrar com um processo exigindo direitos que não foram devidamente cumpridos.

Mas, a empresa pode demitir sem justa causa? Pode. Contudo, não pelo fato de o empregado ter entrado com um processo solicitando o cumprimento dos seus direitos. E então, o que fazer nessa situação?

Qual a melhor forma de cobrar meus direitos enquanto ainda estou trabalhando na empresa?

Se você está se perguntando se processar a empresa trabalhando dá justa causa, talvez fosse melhor mudar um pouco a sua pergunta para: “será que processar a empresa é a melhor solução para o meu caso?”. Por quê? Bom, vamos ver: você já tentou um diálogo com as suas chefias sobre a situação? Já procurou auxílio do sindicado? Está certo sobre os seus direitos não serem cumpridos? Tem provas?

É importante responder todas essas perguntas antes de entrar com um processo contra uma empresa, principalmente se você ainda estiver trabalhando nela. Buscar um diálogo e uma negociação com o empregador antes de uma medida mais drástica é a melhor alternativa. Se não for possível resolver a situação pacificamente, aí sim, é o momento de entrar com um processo, e entender que não existe a possibilidade de justa causa se processar a empresa trabalhando.

O que mais devo saber antes de processar uma empresa trabalhando nela?

A lei trabalhista apresenta alguns prazos sobre os quais é importante ficar atento quando se trata de direitos não cumpridos. Você tem até 5 anos para cobrar direitos que não foram pagos enquanto ainda trabalha na empresa e 2 anos quando não trabalhar mais na empresa. Isso quer dizer que se você deixou de receber e cobrar um direito de 7 anos atrás, ele estará perdido.

Exemplos para refletir sobre processar uma empresa trabalhando nela

Se um empregado processar uma empresa, trabalhando nela ou não, sem as provas necessárias, e ela comprovar que pagou todos os direitos, ele poderá ter que indenizar a empresa e arcar com as custas do processo. Essa não é uma situação rara, então, é importante estar preparado para que isso não aconteça!

Por outro lado, existe uma possibilidade, também, para o caso da empresa que demite o empregado, ainda que sem justa causa, após ele entrar com um processo. Essa demissão pode ser considerada uma represália, que configura em um abuso e é passível de pena, como ocorreu, por exemplo, em um caso de 2014 na cidade de São Paulo.

Esses exemplos são apenas duas possibilidades dentre muitas outras, apenas para reflexão sobre os diferentes rumos que um processo trabalhista pode tomar nessa situação e ajudam a refletir, também, sobre os cuidados necessários ao tomar essa decisão.

No entanto, é sempre importante buscar pelos próprios direitos, basta fazer isso da forma correta. Quer saber mais sobre o seu caso e o valor da indenização se processar a empresa que está trabalhando? Então, entre em contato com o nosso escritório para tirar as suas dúvidas e tomar uma decisão mais consciente.

 

Fique atento aos impostos sobre comissão de vendas!

O pagamento por comissão ou complementado por ela é muito comum na área de vendas. No entanto, muitos trabalhadores apresentam dúvidas, por exemplo, em relação aos impostos sobre comissão de vendas.

Essa dúvida surge por diferentes razões: porque o vendedor recebe uma comissão menor do que a porcentagem do valor total vendido, porque tem dúvidas se a comissão deve ser lançada em seu imposto de renda, dentre outras questões.

Para esclarecer sobre o assunto, em primeiro lugar, precisamos diferenciar o que é considerado comissão e o que é premiação, pois as duas, embora confundidas, apresentam características distintas no que se refere à incidência de impostos.

Entenda a diferença entre comissão e premiação

Assim como a comissão, a premiação é uma prática comum pelas empresas no pagamento aos vendedores. Contudo, premiação e comissão são coisas diferentes e o vendedor deve entender essa diferença para garantir seus direitos.

A comissão é um valor recebido pelo vendedor por suas vendas, conforme o percentual acordado com a empresa. Dessa maneira, o valor recebido será proporcional às vendas realizadas, ainda que um teto mínimo seja garantido independentemente disso. Isso faz com que o pagamento de comissões seja recorrente ou habitual.

Já a premiação é um valor esporádico, pago ao vendedor sempre que ele superar uma meta estabelecida. Ela pode ser determinada, por exemplo, por equipe e só é concedida quando a expectativa de vendas é superada. Isto é, o vendedor não recebe uma porcentagem pelas vendas realizadas, mas um bônus por ter ultrapassado uma meta.

Entender essa diferença é fundamental, pois enquanto a comissão é considerada um componente salarial, a premiação não é. É por isso que existem impostos sobre comissão de vendas e o mesmo não se aplica à premiação.

Quais são os impostos sobre comissão de vendas?

Pelo fato de a comissão de vendas ser um componente salarial, ela é tratada da mesma maneira que a remuneração. Portanto, o empregador deverá descontar os encargos relativos a impostos sobre comissão de vendas, tais como FGTS, Imposto de Renda e INSS.

A empresa é obrigada a descontar esses valores, assim como lançar a comissão na folha de pagamento. Sendo assim, quando você recebe pelas vendas realizadas um valor menor do que a porcentagem bruta do que foi vendido, é devido a incidência de impostos.

As comissões de vendas precisam ser declaradas no imposto de renda?

Assim como acontece com o seu salário, além dos impostos sobre comissão de vendas descontados pela empresa, essas comissões deverão ser lançadas na sua declaração de imposto de renda caso você se enquadre entre aqueles que precisam fazer a declaração.

A Receita Federal determina que é preciso declarar todos os rendimentos tributáveis, recebidos por pessoas físicas ou jurídicas, mesmo que não tenha ocorrido a retenção do imposto na fonte.

Para concluir, é importante que o vendedor, além de saber sobre os impostos sobre comissão de vendas, conheça outros aspectos e direitos relacionados a esse modo de pagamento. Por isso, sugerimos que você leia também o artigo: A comissão de vendedor pode ser paga por fora?

Como funciona a previdência privada? Vale a pena?

A perspectiva para aposentadoria no Brasil sempre foi controversa, mas, diante das últimas mudanças, tem gerado ainda mais preocupação entre os trabalhadores. Diante disso, cresce a procura em saber como funciona a previdência privada, por ser uma alternativa para se aposentar com melhores condições.

A seguir vamos esclarecer sobre o que é a previdência privada e outras informações úteis sobre o assunto.

O que é a previdência privada?

A previdência privada é um modelo de aposentadoria que deve ser encarado como uma renda complementar. Trata-se de um plano independente do INSS, oferecido por bancos e corretoras de crédito.

Diferente do INSS que tem contribuição compulsória, a previdência privada permite modos de pagamento flexíveis, desde que respeitem o mínimo cobrado pela instituição financeira.

Qual a diferença entre a previdência privada e a previdência pública?

Antes de falarmos com mais detalhes sobre como funciona a previdência privada, é importante entender sua diferença em relação à previdência pública. Uma das principais diferenças é o modo de pagamento, que pode ser feito de uma única fez ou mensalmente, conforme a quantia que o trabalhador puder pagar, desde que respeitando o depósito mínimo estabelecido pela instituição contratada.

Além da não obrigatoriedade de depósitos mensais, o pagamento pode ser interrompido diante de imprevistos, assim como resgatado em caso de desistência do plano. Entretanto, é importante entender que quanto maior os depósitos e maior o tempo de manutenção do plano, melhores serão os retornos.

Como funciona a previdência privada?

A previdência privada é oferecida por diferentes instituições. Trata-se de um produto, portanto, suas características são variáveis. Sua oferta é feita a partir de planos e modos de quitação escolhidos no momento da contratação.

Os planos de previdência privada mais comuns no Brasil são o PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) e o VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre). O PGBL permite a declaração do valor investido para fins de restituição do imposto de renda.

Em contrapartida, há cobrança de impostos sobre o valor investido e rendimentos no momento do resgate. O VGBL não oferece benefício fiscal, mas cobra imposto apenas sobre os rendimentos diante do resgate.

Já quanto aos modos de pagamento, os principais são o progressivo e o regressivo. O modelo progressivo tem suas taxas de impostos para o saque de acordo com o valor sacado, podendo variar entre nenhuma taxa e 27,5%. Já o regressivo tem suas taxas com base no tempo de investimento. Quanto maior o tempo, menor a taxa, que varia entre 35% e 10%.

Além de saber como funciona a previdência privada de um modo geral, é preciso que o trabalhador conheça bem o plano e a instituição antes de contratar. Deve-se verificar as condições oferecidas e o período de carência para o resgate do valor investido.

A previdência privada valerá à pena dependendo do seu perfil e objetivo. Para pessoas com pouca disciplina em reservar dinheiro e que desejam uma aposentadoria mais tranquila ela é uma boa opção. Contudo, como investimento, é menos vantajosa do que outras alternativas devido às taxas cobradas, inclusive para saques realizado em menos de 10 anos.

Fora isso, deve-se ficar atento se o plano oferecido pela instituição financeira apresenta irregularidades, o que pode ser denunciado para a Susep (Superintendência de Seguros Privados).

Agora que você sabe como funciona a previdência privada, não deixe de continuar se informando sobre assuntos de interesse acompanhando o escritório Marcos Roberto Dias nas redes sociais!

Saiba como usar a persuasão em vendas

O uso da persuasão em vendas é muitas vezes visto de maneira negativa, pois a persuasão é confundida com diversas atitudes ruins, como arrogância, insistência e desonestidade no processo de vendas.

Contudo, ao contrário, a persuasão em vendas não apenas é positiva como necessária. Ela tem a ver com uma maneira assertiva de se comunicador, conseguindo facilitar que o outro tome uma atitude de interesse.

Quando utilizada com ética e respeito pelo consumidor, a persuasão será uma ferramenta valiosa para o vendedor. Saiba mais a seguir!

Entenda o que realmente é a persuasão em vendas

Dentre as estratégias de comunicação, a persuasão é aquela que se utiliza de recursos racionais e simbólicos para influenciar a decisão de uma pessoa de maneira positiva. Isto é, a persuasão em vendas é uma estratégia comunicativa a partir da qual o vendedor busca convencer o cliente a comprar.

Não se pode, portanto, confundir persuasão com fazer promessas falsas, oferecer informações mentirosas ou desgastar o cliente com excessos de argumentação até que ele adquira o produto apenas como reação.

Dicas para usar a persuasão em vendas

Persuadir o cliente quer dizer compreendê-lo a ponto de entender suas necessidades e demonstrar que o produto oferecido é o ideal para atendê-las. Desse modo, a persuasão em vendas está necessariamente articulada com uma postura empática e ética da parte do vendedor.

Sabendo disso, vamos te apresentar algumas técnicas pra persuasão em vendas a seguir!

Em primeiro lugar, doe seus ouvidos ao cliente

Deixar o cliente falar é uma atitude fundamental dentro das estratégias de persuasão. É só dessa maneira que você saberá quais são suas necessidades, problemas e anseios. A partir disso, você saberá o que dizer sobre o produto para viabilizar a venda com mais eficiência.

Quando o cliente não falar espontaneamente, inclusive, é indicado que ele seja estimulado a fazê-lo a partir de perguntar abertas.

Demonstre conhecimento do seu produto

Especialistas são particularmente respeitados e levados a sério em uma conversa. Portanto, na negociação em vendas, é fundamental que o vendedor demonstre pleno conhecimento sobre o seu produto e mercado. Isso fará com que o cliente tenha mais disposição de escuta-lo.

Faça perguntas retóricas com resposta positiva

Sabe quando você faz uma pergunta que, na verdade, já tem uma resposta prevista? Em uma estratégia de persuasão em vendas, esse pode ser um recurso precioso! O segredo é fazer perguntas cujas respostas sejam: sim! Isto é, afirmativas. Isso irá gerar uma sensação positiva e de concordância no cliente, facilitando sua decisão pela compra.

Lembre-se de que o cliente sempre tem razão

Geralmente, esse lema é adotado para o atendimento ao cliente, principalmente diante de reclamações. Mas, aqui, esse pensamento te ajudará a vender. Como assim? Se trata de fazer com que, no percurso da negociação com o cliente, as ideias e decisões sejam sempre atribuídas a ele. Assim, ele se sentirá valorizado e no controle do processo, facilitando sua adesão.

Essas são apenas algumas dicas de persuasão em vendas, mas você poderá ampliar ainda mais seu conhecimento sobre essa estratégia a partir de uma constante atualização. Por isso, sugerimos que leia também o artigo: Como as referências podem ajudar nas vendas!

Saiba como escrever um e-mail formal para o trabalho!

Atualmente estamos muito acostumados a nos comunicar a partir de mensagens rápidas, chats e redes sociais. Diante disso, várias pessoas não sabem como escrever um e-mail formal, que é recorrentemente demandado em situações de trabalho.

Os e-mails podem ser necessários para se comunicar com superiores no trabalho, entrar em contato com um cliente ou mesmo na busca por um novo emprego. Em qualquer dos casos, o sucesso dessa ação irá depender da qualidade do comunicado. Pensando nisso, selecionamos algumas dicas para te ajudar!

Defina bem o seu campo de assunto

Um dos segredos sobre como escrever um e-mail formal, que tenha sua finalidade bem-sucedida, é colocar no campo de assunto as informações necessárias para que o seu destinatário saiba do que se trata antes mesmo de abrir o e-mail.

Isso é importante principalmente quando você envia um e-mail para superiores em uma empresa ou na busca por emprego. Essa medida irá trazer maiores garantias de que seu e-mail seja lido. Quando necessário, deve-se indicar também a pessoa ou setor a quem o texto é destinado.

Conheça bem o seu destinatário

Em um e-mail formal, é importante saber que tipo de tratamento e linguagem utilizar. Se você está escrevendo para um cliente, por exemplo, é possível que um tratamento mais informal e próximo seja o indicado.

Contudo, se você estiver escrevendo para o seu chefe, deve-se utilizar um tratamento mais formal, com pronome de tratamento e saudação adequada. Nesse caso, além do bom senso, é interessante conhecer se aprofundar em estratégias comunicativas mais assertivas para os diferentes perfis de interlocutor.

Seja sempre claro e objetivo

Embora o e-mail seja um meio preferível para comunicações formais, o fato é que a maioria das pessoas não se dispõem a ler textos longos e cheios de rodeios, principalmente quando são muito ocupadas.

Portanto, é importante que você consiga colocar em poucas palavras aquilo que precisa dizer. Desde o campo de assunto ao primeiro parágrafo já devem indicar do que se trata. Deixe os detalhes para serem explicados em uma conversa pessoalmente ou posterior à resposta do interlocutor, desde que ele entenda a ideia central.

Fique atento à ortografia

Um dos principais pontos sobre como escrever um e-mail formal é um cuidado com a ortografia muito maior que o habitual. Em primeiro lugar, revise sempre o e-mail antes de enviar. Para facilitar e garantir que o texto não terá inadequações evidentes, procure passar em um revisor online ou mesmo em um editor de texto, como o world.

Mais do que isso, é fundamental lembrar que em um e-mail formal não se deve utilizar “vícios” com os quais estamos acostumados nas conversas cotidianas, tais como abreviações (“vc”, “q”) , pontuações desnecessárias (dupla interrogação ou excesso de exclamações), caixa alta, dentre outros.

Outras dicas sobre como escrever um e-mail formal

Ainda que você esteja escrevendo um e-mail formal, por exemplo, para a chefia, não confunda formalidade com aridez. Procure ser cordial, simpático e disponível em seu texto. Dessa maneira, a pessoa se sentirá respeitada e sensibilizada pela mensagem.

Essas são algumas dicas sobre como escrever um e-mail formal. Além de seguir orientações como essa, observar e-mails formais que outras pessoas enviaram para você também poderá te ajudar a acertar nessa ação. O que você achou dessas dicas? Deixe um comentário com a sua opinião!

Como fazer uma boa carta de apresentação para currículo?

Na busca por um novo emprego, muitas vezes o candidato se surpreende com a exigência de uma carta de apresentação para currículo. Além dessas situações, o que muitos não sabem é que a carta de apresentação é sempre interessante, principalmente quando uma candidatura é enviada por e-mail.

Quem nunca fez uma carta de apresentação, ou mesmo não teve sucesso com suas tentativas, acumula dúvidas sobre como esse documento deve ser realmente. Um erro comum é repetir nessa carta o mesmo que já está no currículo. Para que você entenda como fazer uma boa carta de apresentação para currículo, vamos oferecer algumas dicas a seguir.

Clareza e objetividade são a chave

A carta de apresentação para o currículo é uma maneira de se apresentar para a empresa, para além das informações do currículo. Nesse contexto, pessoas que têm muita experiência podem ter dificuldade em fazer um texto objetivo e breve.

Por isso, é preciso entender que a carta de apresentação não precisa ter tudo sobre você. Menos ainda deve-se perder tempo (e fazer com que o leitor perca tempo) com excesso de adjetivos, desculpas, elogios e outras futilidades.

Trate o recrutador com cortesia e naturalidade na carta, e fale sobre suas qualidades e experiências, que são mais úteis para a vaga, de maneira mais detalhada que no currículo.

Identifique-se e indique o remetente

É importante que seus dados sejam informados de maneira breve e simplificada na carta, de modo que ela possa ser associada ao currículo enviado. Igualmente, deve-se referir ao remetente, preferencialmente pelo nome. Caso não saiba o seu nome, utilize a informação que tiver, como o setor ou a empresa, tratando leitor por um pronome vocativo como “prezado(a)”, “caro(a)”.

Sua carta deve ter início, meio e fim

Por mais obvio que possa parecer, muitas pessoas tem dificuldade em fazer um texto com início meio e fim. É importante que a sua carta de apresentação seja estruturada dessa maneira.

No início, você deve se apresentar (dados), indicar seu objetivo profissional, cargo pretendido na empresa, suas experiências e qualificações que podem contribuir com a vaga, respondendo inclusive aos requisitos indicados.

No desenvolvimento, que é o meio da carta, você deve contar com mais detalhes algumas de suas experiências úteis para a vaga em questão, oferecendo exemplos de atuações importantes, méritos, premiações, vivências diferenciadas e afins. Pessoas com pouca experiência de trabalho podem dar ênfase na formação ou experiências voluntárias, informais e afins, desde que saiba falar bem delas.

Para finalizar a carta, deve-se concluir pontos que tenham ficado em aberto. Além disso, é importante demonstrar disponibilidade, interesse, agradecer e se despedir. Não deixe de assinar a carta com o seu nome completo e indicar data e local.

Lembre-se que a carta de apresentação para currículo é um documento formal

É fundamental ter em mente que a carta de apresentação para currículo é um documento formal. Portanto, existem cuidados para além do conteúdo do texto. Um dos pontos cruciais é utilizar uma fonte adequada, como a Arial ou Times New Roman, tamanho 12 e alinhamento justificado.

Fora isso, deve-se utilizar folha branca e papel A4 caso seja um documento em anexo ou impresso. Fazer uma revisão ortográfica ao final, para assegurar que a carta não está indo com erros, é outra coisa que não pode faltar.

Agora você se sente preparado para fazer uma boa carta de apresentação para currículo? Ainda tem dúvidas? Converse com a gente e outros leitores nos comentários!

Conheça 5 palavras que induzem a compra e venda mais!

Dentre as diferentes estratégias para vender mais e melhor, as palavras que induzem a compra são simples e eficazes. No entanto, justamente por essa simplicidade muitas pessoas não entendem como utilizá-las ou mesmo subestimam seu poder.

Acontece que, se você prestar a atenção, mesmo em um diálogo informal o uso de uma palavra pode fazer com que algo soe mal ou o oposto. No universo das vendas, o segredo é entender que a maior parte do sucesso ou do fracasso gira em torno da comunicação.

Portanto, se você é um vendedor em busca de melhorar suas técnicas de venda, não deixe de conferir a força e os usos de algumas das principais palavras que induzem a compra.

1. O nome do cliente é uma das principais palavras que induzem a compra

Autores consagrados na área de comunicação e relacionamento humano, como o autor do livro “Como fazer amigos e Influenciar pessoas”, já defenderam a importância em utilizar o nome da pessoa em um diálogo.

Mais do que personalizar a conversa, essa medida promove uma aproximação entre os interlocutores e é capaz de intensificar a atenção e interesse do cliente na negociação. Só é preciso cuidado para não exagerar e ficar evidente que você está utilizando uma técnica.

2. Utilize o pronome “você” durante o diálogo

Assim como falar o nome do cliente, o pronome você tem a função de manter a atenção do cliente, demonstrando para ele que o diálogo é direcionado a ele e não a qualquer pessoa.

3. Faça uso de conjunções aditivas como o “e” e “além disso”

Um dos segredos para vender mais e manter o diálogo de negociação sempre positivo. Isso quer dizer utilizar palavras que somem, multipliquem e sejam afirmativas. As conjunções aditivas, como o “e” tem essa função. Por isso, são ótimas palavras que induzem a compra.

Elas devem ser utilizadas, por exemplo, para elencar as qualidades e características de um produto para o cliente ou reforçar um argumento. Em contrapartida, deve-se evitar palavras negativas ou problemáticas, como “mas” ou “apesar”.

4. Utilize verbos imperativos que estimulem a experimentação

Verbos imperativos são aqueles conhecidos por darem uma ordem. É claro que você não irá ordenar nada ao cliente! Contudo, estas são palavras que induzem a compra muito poderosas quando fazem um convite à experimentação.

No contexto das vendas, é quando você chama ao cliente para tocar (toque), ver (veja), dentre outras ações que o permitem se aproximar do produto de uma maneira experimental.

5. Inclua no diálogo palavras que ampliem as perspectivas do cliente

Ainda que na negociação o cliente tenha demonstrado interesse em um produto, principalmente quando está em dúvida, você poderá ter sucesso ao ampliar suas opções. Essa é uma maneira de utilizar as palavras que induzem a compra incluindo no diálogo de negociação outras possibilidades para o cliente, a partir do uso de palavras como “ou”, “mais” e afins.

Essas são apenas algumas palavras que induzem a compra e poderão incrementar sua estratégia de vendas. Para descobrir outras palavras interessantes para a sua performance, é interessante sempre ter em mente o efeito daquilo que você diz e o que melhor se adequa ao produto que vende.

Conheça outras estratégias para vender mais e melhor lendo também o artigo: Dicas para conquistar o cliente e vender mais!

O que fazer para vender mais e com qualidade?

Por diversas razões, a exemplo do trabalho por comissão, metas estabelecidas pela empresa e afins, a principal pergunta dos vendedores era o que fazer para vender mais. Essa ainda é uma necessidade e um conhecimento importante para esses profissionais. Contudo, hoje em dia o vendedor não precisa apenas vender mais: precisa vender melhor!

O vendedor que as empresas e os clientes valorizam atualmente é aquele que, além de vender, faz com que o cliente se torne um parceiro da marca. Ele transforma os clientes em “vendedores”, engajando-os na indicação, divulgação e defesa da empresa, com a qual passam a se identificar.

Sendo assim, a profissão de vendedor passa a ter um duplo desafio, ao mesmo tempo em que se torna mais importante e estratégica para as empresas. A seguir, vamos oferecer algumas dicas para que você saiba o que fazer para vender mais e com qualidade, de modo a se valorizar como vendedor!

Selecione os clientes para os quais irá vender

Para vender mais, não se pode perder tempo com quem demonstra sinais de que não está disposto a fechar negócio. Mais do que isso, existem clientes que não possuem perfil para consumir um determinado produto, por exemplo, porque não atenderá às suas expectativas.

Um vendedor excelente será capaz de identificar essa situação e até mesmo desencorajar o cliente a comprar quando for o caso. Por quê? Porque assim ele vende melhor, evitando inadimplência, insatisfação posterior com o produto, dentre outros problemas.

Sorria e tenha empatia

Você já percebeu o efeito de um sorriso nas mais diversas situações? É surpreendente como algo tão simples pode desarmar uma pessoa e fazer com que ela se abra. No atendimento em vendas, sorrir é fundamental. Mas deve ser um sorriso honesto.

Por isso, colocamos a empatia junto ao sorriso dentre as dicas sobre o que fazer para vender mais e melhor. É a empatia que irá te ajudar a desejar ser simpático e agradável com o consumidor, como você provavelmente gostaria que fossem com você na posição de cliente.

Mais do que isso, também te permitirá enxergar o lado do cliente na negociação de venda. Essa sensibilidade auxiliará tanto a identificar quando não se trata de uma boa venda, quanto como direcionar a negociação para realmente resolver o problema do consumidor.

Faça perguntas e evite clichês

Um dos segredos sobre o que fazer para vender mais e com qualidade é sempre fazer perguntas. Essa é a única alternativa para conhecer o cliente, de modo a oferecer exatamente o que ele precisa, argumentar corretamente e direcionar a conversa para o fechamento das vendas.

Quando um vendedor não faz perguntas, a tendência é que ele comece a “soltar” diversos clichês de vendas, afinal, ele não saberá para quem está vendendo ou porquê!

Conheça bem a sua empresa para saber o que fazer para vender mais e com qualidade!

Prestar a atenção no funcionamento da sua empresa, valores, capacitações e treinamentos oferecidos é fundamental para vender mais e melhor. Afinal, é assim que você terá um conhecimento prévio sobre os produtos, metas, objetivos da empresa e do cliente certo para ela. Sendo assim, aproveite cada oportunidade para ampliar os conhecimentos sobre o seu nicho de vendas!

Essas são algumas dicas sobre o que fazer para vender mais e com qualidade. Na sua experiência, você já utilizou algumas dessas sugestões? Conhece outras alternativas? Compartilhe suas opiniões e vivências com outros leitores nos comentários!

Como um escritório de advocacia trabalhista pode te ajudar?

Diante de um conflito trabalhista, recorrer na justiça é uma saída para o trabalhador e a devida orientação se faz necessária. Contudo, dentre suas opções, há tanto a possibilidade de contratar um advogado quanto um escritório de advocacia trabalhista.

Normalmente não se sabe qual seria a diferença entre um e outro. Inclusive pode-se ter a impressão de que um escritório de advocacia trabalhista é menos acessível para os trabalhadores, o que não é um fato. A seguir vamos esclarecer sobre o assunto.

O que é a advocacia trabalhista?

A advocacia trabalhista é a atividade exercida por advogados voltados para essa área, que tratam da regularização e reparação pertinentes ao direito do trabalho. Portanto, ela não atende apenas ao trabalhador, mas também aos contratantes. Contudo, em qualquer caso ele só pode atuar quando a parte lesada busca por seu auxílio para resolver a situação.

Não se deve confundir advocacia trabalhista com justiça do trabalho. O trabalhador pode até mesmo iniciar um processo contra uma empresa sem um advogado em muitos casos. A justiça existe independentemente do advogado, mas o seu papel para que o caso tome o curso mais justo é fundamental.

Por que o advogado trabalhista é importante?

Dificilmente uma empresa entraria com um processo em qualquer contexto sem um advogado. Os trabalhadores, por outro lado, podem fazer isso. Entretanto, é importante lembrar que os mecanismos da justiça são cheios de detalhes, normas e formalidades. Sendo assim, não é raro que a parte sem orientação e representação seja prejudicada.

É por isso que o advogado trabalhista é importante. Esse profissional passou por uma formação geral em direito, formalizou-se como advogado a partir da prova da OAB e especializou-se na área trabalhista. Soma-se a isso sua experiência, o que faz com que ele esteja preparado para lidar com as situações jurídicas, compreender sua linguagem, perceber os melhores caminhos conforme cada situação.

Qual o diferencial de um escritório de advocacia trabalhista?

Um escritório de advocacia trabalhista compreende um grupo de advogados e outros profissionais trabalhando em conjunto. Isso permite, em primeiro lugar, que os advogados se dediquem integralmente aos seus casos, sem precisar lidar com questões paralelas.

Dessa maneira, pode-se ter mais agilidade na resolução dos casos perante a justiça. Mas, mais do que isso, a diversidade de profissionais permite a integração entre experiências e pontos de vista variados, ampliando as possibilidades de solução das causas.

No âmbito da justiça trabalhistas muitos conflitos podem alcançar altos graus de complexidade devido à dificuldade de comprovação de certas situações, necessidade de testemunha, dentre outras questões. Por isso, o escritório de advocacia trabalhista oferece maior seguridade quanto ao acompanhamento, orientação e resolução da questão jurídica em pauta.

Como escolher bem a representação jurídica para causas trabalhistas?

Independentemente se você irá contratar um advogado ou um escritório de advocacia trabalhista, escolher bem é fundamental. Em primeiro lugar, deve-se sempre confirmar o registro do profissional ou do escritório no Conselho Federal da OAB.

Além disso, deve-se conferir sua área de especialidade. Mais do que ser especialista na área de direito trabalhista, procure entender a quais áreas o advogado ou escritório de advocacia trabalhista direciona sua atuação. Diferentes setores de mercado podem alterar muito as demandas referentes a um processo, e isso é relevante.

Você  pode agora mesmo conhecer um escritório de advocacia trabalhista confiável e em prontidão para te ajudar: o escritório Marcos Roberto Dias!

Salário atrasado: saiba o que fazer e quais são os seus direitos

O salário é a contraprestação devida ao empregado pela sua prestação de serviços, em decorrência do contrato de trabalho com o empregador. A remuneração influencia diretamente no comprometimento, na satisfação e na motivação dos empregados. Diante de toda essa importância, o que acontece quando o contratado tem o salário atrasado?

Independente se o país está em crise ou se a empresa enfrenta problemas financeiros, elas têm por obrigação efetuar o pagamento do salário mensal até o 5º dia útil do mês posterior ao trabalhado, conforme art. 459 da CLT. Caso contrário, a legislação trabalhista brasileira é bem rigorosa e não admite atraso no pagamento de salários. Confira a seguir quais são os direitos dos trabalhadores defendidos por lei sobre o salário atrasado. 

Quais os direitos dos trabalhadores com salário atrasado?

Caso ocorra um atraso, a empresa estará descumprindo com suas obrigações contratuais, podendo arcar com uma multa no valor de um salário mínimo regional, e no caso de reincidência, essa multa será multiplicado por dois. Além disso,  a Súmula 381 do Tribunal Superior do Trabalho (TST) determina que o salário atrasado deve ser pago com correção monetária.

Por lei, as multas são estabelecidas de acordo com os seguintes termos:

  • Atraso de até 20 dias: Correção monetária sobre o tempo e multa adicional de 10% sobre o saldo devedor;
  • Atraso maior que 20 dias: soma-se à multa anterior um acréscimo de 5% a cada dia útil de atraso após o 20º dia.

Rescisão indireta 

Quando os atrasos são por um longo período ou são recorrentes, é dado ao empregado o direito de pedido de rescisão indireta, conforme art. 483, alínea “d” da CLT onde diz que o trabalhador poderá rescindir o contrato quando o empregador descumpre as obrigações do contrato. A rescisão indireta é definida como falta grave praticada pelo empregador em relação ao seu empregado, mas é aconselhável que seja usada como última atitude, tentando primeiramente uma solução e acordo entre as partes. Mas se ainda assim a empresa não cumprir com o acordo, o empregado pode recorrer à justiça para garantir os seus direitos. 

Quando o trabalhador passa por constrangimentos, ou acumula dívidas devido à falta de pagamento de salário, poderá ainda pedir indenização por danos morais.

A rescisão indireta proporciona ao empregado todos os direitos às verbas de uma demissão sem justa causa, tais como:

  • Saldo de salário;
  • Aviso indenizado;
  • Férias proporcionais e vencidas, acrescidas de 1/3 constitucional;
  • 13º salário proporcional;
  • Multa de 40% em cima do saldo do FGTS;
  • Saque do FGTS;
  • Seguro desemprego;

Pagamento em dobro para salário atrasado? 

Existem várias dúvidas sobre o pagamento de multas sobre a remuneração atrasada. Muito se fala que o pagamento deve ocorrer em dobro, todavia, essa informação é totalmente equivocada. Em processos judiciais, por exemplo, pode ser que a empresa seja condenada a pagar o dobro do salário ou até mais devido a somatória das multas da comprovação dos danos causados ao empregado por ter o salário retido por muito tempo, mas é apenas uma coincidência. 

Conclusão

Essa situação pode ser muito comum, principalmente em cenários de crise econômica, portanto, é importante conhecerem os seus direitos trabalhistas e ficarem mais atentos às situações adversas que podem acontecer no ambiente de trabalho. 

O escritório Marcos Roberto Dias é especialista em direito trabalhista, entre em contato conosco se você tiver dúvidas se os seus direitos de trabalhador estão sendo respeitados.